DO REPÓRTERMT
Lurdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, morreu nesta sexta-feira (16), durante cirurgias estéticas no Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá. Ela passava por lipoescultura e colocação de próteses mamárias.
A jovem sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu, apesar de aproximadamente duas horas de reanimação. Era casada e deixa dois filhos.
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Ao receberem a notícia de que Lurdes havia morrido durante os procedimentos, familiares teriam partido para cima do médico Euller Gustavo Preza, que relatou ter recebido um soco no rosto. A Polícia Militar foi acionada.
Em nota, a assessoria jurídica do profissional afirmou que ele registrou boletim de ocorrência por agressão e ameaça de morte.
A defesa informou que a equipe identificou uma intercorrência súbita e interrompeu imediatamente o procedimento para realizar as manobras de reanimação. Também afirmou que a causa da morte será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
Confira a nota na íntegra:
"O Dr. Euller Gustavo Preza e sua assessoria jurídica lamentam profundamente o falecimento da paciente, ocorrido nesta sexta-feira (16), e se solidarizam com a família e os amigos neste momento de dor.
O procedimento foi realizado em ambiente hospitalar adequado, por profissionais plenamente habilitados, após as avaliações pré-operatórias exigidas. Durante a cirurgia, a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu imediatamente o procedimento e manteve as manobras de reanimação por cerca de duas horas, infelizmente sem sucesso.
Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.
O Dr. Euller tem longa trajetória e vasta experiência neste tipo de procedimento ao longo de mais de 25 anos de trabalho.
Esclarecemos que o médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina está legalmente habilitado à prática de atos médicos, inclusive cirúrgicos, nos termos da Lei nº 3.268/1957. E repudiamos veementemente quaisquer tentativas de desqualificar sua habilitação, visto que o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) não é requisito para essa prática.
Sobre a notícia que divulga uma possível agressão ao médico, esta assessoria jurídica esclarece que tanto a agressão quanto ameaça de morte foram registradas pelo médico em um Boletim de Ocorrência, no intuito de preservar sua integridade física.
Em respeito à família e ao sigilo médico, não serão divulgadas informações do atendimento. Por isso repudiamos a divulgação indevida de imagens, de dados de prontuário ou de qualquer informação que não corresponda aos fatos.
Seguimos à inteira disposição das autoridades."



















