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08 de Julho de 2021, 11h:05 - A | A

POLÍCIA / PREÇO ABUSIVO

Forças de segurança fazem "arrastão" em postos de combustível de Cuiabá e VG

Quatro postos estão na mira da operação. O primeiro a passar pela fiscalização foi um posto da Rodovia Emanuel Pinheiro, que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães.

Sesp-MT

Operação fiscaliza a qualidade do combustível e o preço pago pelos consumidores.

Operação fiscaliza a qualidade do combustível e o preço pago pelos consumidores.

JOÃO AGUIAR
DA REDAÇÃO



Quatro postos de combustíveis de Cuiabá e Várzea Grande são alvos do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A operação Óleo Real foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (8) em todo o país e, em Mato Grosso, a ação integrada é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). 

A operação tem como objetivo intensificar a atuação das forças de segurança na fiscalização em postos de combustíveis em todo o país, devido aos constantes reajustes que os valores do combustível tem sofrido recentemente.

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De acordo com informações obtidas pelo , dois postos de Cuiabá e outros dois de Várzea Grande foram alvos da ação. O primeiro a passar pela fiscalização foi o Posto Ecomania, da Rodovia Emanuel Pinheiro, que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães.

A assessoria da Sesp informou que a operação está em andamento e os outros três postes serão fiscalizados em ações pontuais da Delegacia do Consumidor (Decon).

As denúncias recebidas na Decon vão desde a qualidade do combustível, bem como a possível fraude no abastecimento, causando diferença no que foi pago, até o que foi colocado.  O preço pago pelos consumidores também foi alvo das reclamações.

Participam da operação a Polícia Militar (PM-MT), Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), Corpo de Bombeiros Militares (CBM-MT), Procon, Secretaria de Fazenda (Sefaz) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Agência Nacional do Petróleo (ANP).

A operação também conta com o reforço de integrantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), e das prefeituras municipais, como: fiscais de meio ambiente, vigilância sanitária, serviços urbanos e outros.

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