MARCELO FERRAZ
MARCIA MATOS
Preso em flagrante devido à posse de armas de uso restrito, o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Moisés Feltrin, chegou a pouco para prestar depoimento na sede do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), alegando que a Operação Rêmoda, desencadeada na manhã desta terça-feira não “passa de uma farsa”.
Feltrin que já chegou a ser governador do Estado por 45 dias negou ter conhecimento sobre o esquema criminoso. “Meu nome está envolvido por acaso”, afirmou.
Acusado de envolvimento no esquema que fraudava licitações da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) para reformas e construção de escolas, Feltrin que já chegou a ser governador do Estado por 45 dias negou ter conhecimento sobre o esquema criminoso. “Meu nome está envolvido por acaso”, afirmou.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Ao
, o ex-deputado que atualmente atua no ramo de empreiteiras, disse que nem mesmo conhece o empresário Giovani Belatto Guizardi, apontado como um dos líderes do esquema e que teve o mandado de prisão cumprido na manhã desta terça-feira.
Ao RepórterMT, o ex-deputado que atualmente atua no ramo de empreiteiras, disse que nem mesmo conhece o empresário Giovani Belatto Guizardi, apontado como um dos líderes do esquema
Antes das armas serem encontradas na residência dele, o caso de Moisés Feltrin era tratado apenas condução coercitiva. Assim como outros 11 investigados pela Operação Rêmoda. O Gaeco ainda não informou qual penalidade será imposta ao ex-deputado, que também não comentou sobre a apreensão.
PRESOS
Além de Feltrin e Giovani, também foram presos dois servidores da Seduc, Fábio Frigeri e Moisés Dias da Silva, acusados de facilitarem as informações sobre os processos de licitação e de darem “legitimidade” às fraudes ocorridas na pasta. Outro servidor envolvido no esquema, Wander Luiz dos Reis, também teve mandado de prisão preventiva expedido contra ele, mas ainda não houve o cumprimento porque ele estaria viajando.
O ESQUEMA
As fraudes apuradas teriam ocorrido a partir de outubro de 2015. Conforme informações do Ministério Público os contratos em questão tinham valores registrados de R$ 400 mil até R$ 6 milhões. As investigações apontam que a organização criminosa formada por três servidores da Seduc e 23 empresários teriam fraudado os processos de licitação de 23 obras, de vários municípios do Estado.
A Rênoma investigou 26 obras, sendo que 13 foram realizadas na atual gestão estadual e as outras ainda estão aguardando a ordem de serviço.
CONFIRA OS MANDADOS EXPEDIDOS.
PRISÕES PREVENTIVAS:
FÁBIO FRIGERI (SERVIDOR DA SEDUC)
WANDER LUIZ DOS REIS (procurado SERVIDOR DA SEDUC)
MOISÉS DIAS DA SILVA (SERVIDOR DA SEDUC)
GIOVANI BELATTO GUIZARDI (EMPRESÁRIO)
LISTA DE MANDADOS DE CONDUÇÕES COERCITIVAS:
LUIZ FERNANDO DA COSTA RONDON
LEONARDO GUIMARÃES RODRIGUES
MOISES FELTRIN
JOEL DE BARROS FAGUNDES FILHO
ESPER HADDAD NETO
JOSE EDUARDO NASCIMENTO DA SILVA
LUIZ CARLOS IORIS
CELSO CUNHA FERRAZ
RICARDO AUGUSTO SGUAREZI
CLARICE MARIA DA ROCHA
EDER ALBERTO FRANCISCO MECIANO
DILERMANDO SERGIO CHAVE















José Francisco Barbosa Ortiz 04/05/2016
A POLÍCIA DEVERIA PRENDER OS BANDIDOS QUE ANDAM O DIA INTEIRO EM CUIABÁ DE MOTO E ARMADOS, ASSALTANDO PESSOAS, LOJAS, BANCOS. ESSA DE ARMA EM CASA PARA PRENDER A PESSOA NÃO COLA, A LEI PRECISA MUDAR, COM A PALAVRA DEPUTADOS E SENADORES. ESTE DEPUTADO MESMO QUE ESTÁ SENDO PRESO DEVERIA TER LUTADO PELA LEI PARA ARMAR O CIDADÃO DE BEM, NÃO SE PREOCUPOU COM ISSO AQUI CAIU NA PRÓPRIA ARMADILHA.
1 comentários