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O anestesista Giovanni Quintella Bezerra, acusado de estupro durante um parto, foi preso em flagrante no Hospital da Mulher Heloneida Studart
NAIARA TRINDADE
O GLOBO
O Conselho Federal de Medicina decidiu cassar o registro do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, denunciado por ter estuprado uma mulher durante o parto dela, dentro do centro cirúrgico de um hospital da Baixada Fluminense.
Em março, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro já havia decidido também pela cassação definitiva do registro dele, mas como o CFM é a instância final, agora, o anestesista está, de fato, totalmente impedido de exercer a medicina no Brasil.
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Em julho do ano passado, o médico foi preso em flagrante após abusar de uma paciente enquanto ela estava dopada e fazia uma cesariana. Funcionários do hospital, que estavam desconfiados, conseguiram filmar o ato obsceno enquanto o médico participava do parto.
O anestesista foi indiciado por estupro de vulnerável, cuja pena varia de 8 a 15 anos de reclusão. Após, a polícia passou a investigar outras possíveis vítimas do anestesista. Leia mais em O Globo








