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25 de Setembro de 2026

12 de Janeiro de 2017, 09h:05 - A | A

POLÍCIA / SICREDI CENTRO DE CUIABÁ

Bandidos vestem terno, se passam por clientes e roubam R$ 350 mil

Os criminosos fingiam usar o caixa eletrônico. Eles abordaram funcionários que saíam da agência e anunciaram o assalto

RepórterMT

O caso será investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO)

O caso será investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO)

DA REDAÇÃO



Dois bandidos, que vestiam terno, renderam funcionários que deixavam uma agência de cooperativa de crédito Sicredi, no fim da tarde de quarta-feira (11) e roubaram ao menos R$ 350 mil da unidade, localizada na Rua Barão de Melgaço, no Centro de Cuiabá.

Sem levantar suspeita, os bandidos fingiam usar o caixa eletrônico da agência, quando abordaram os funcionários que saiam, os renderam e anunciaram o assalto.

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De acordo com informações repassadas à Polícia Militar, os criminosos usavam fone de ouvido e mexiam constantemente no celular, o que levanta a hipótese de que os estivessem recebendo informações de pessoas de dentro da agência.

Para abordar os que deixavam a unidade, ao fim do expediente, os assaltantes perguntaram por uma funcionária da agência, quando ela se identificou, eles ordenaram que ela retornasse para dentro da agência e abrisse o cofre da cooperativa.

A mulher foi até o cofre e repassou todo o dinheiro aos assaltantes.

A dupla criminosa recolheu o montante em um saco de lixo e trancou os funcionários dentro da tesouraria da agência. Em seguida, os bandidos fugiram.

Imagens do circuito de segurança de um escritório, que fica ao lado da agência, mostraram que os assaltantes entregaram o dinheiro a um motociclista, que fugiu pela contramão na Rua Barão de Melgaço.

Já os dois assaltantes fugiram em um Corsa.

Os funcionários permaneceram trancados por alguns minutos. Quando perceberam que os criminosos não estavam mais na agência eles arrombaram a porta e acionaram a Polícia Militar.

Toda ação dos criminosos foi flagrada pelo circuito interno de segurança da agência. As imagens, no entanto, não foram divulgadas pela PM.

O caso será investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

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