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Reyvan da Silva Carvalho será julgado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá no dia 26 de novembro, às 9h
VANESSA MORENO
DO REPÓRTERMT
Reyvan da Silva Carvalho, acusado pelo assassinato de Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, será julgado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá no dia 26 de novembro, às 9h. A vítima foi encontrada morta em uma área desativada do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na capital, no dia 24 de julho do ano passado.
O corpo estava nas dependências da Associação Atlética Master, dentro da universidade.
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De acordo com a apuração do caso, a mulher apresentava sinais de esganadura e indícios de violência sexual. Solange tinha diagnóstico de esquizofrenia e costumava frequentar as dependências do campus.
Reyvan foi preso no final de agosto, suspeito de estupro seguido de morte.
Segundo a Polícia Civil, exames periciais de DNA identificaram vestígios biológicos do assassino no corpo da vítima.
A análise genética também permitiu relacioná-lo a outros crimes sexuais e a um homicídio registrados anteriormente em Cuiabá.
O caso envolvendo o assassinato de Solange Aparecida Sobrinho tramita em sigilo.
Outro caso
Reyvan também é acusado pelo assassinato de Marinalva Soares da Silva, ocorrido em dezembro de 2020, no bairro Parque Ohara, em Cuiabá.
Inicialmente, Julho César Correa da Silva, conhecido como “Peba” ou “Boquinha”, foi acusado pelo crime e chegou a ser condenado.
Contudo, com o avanço das investigações e a realização de exames de DNA, foi identificado que o material genético encontrado na vítima era de Reyvan, e não de Julho.
Em 23 de setembro do ano passado, Julho foi submetido ao Tribunal do Júri e absolvido da acusação de matar Marinalva.
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Outros crimes investigados
Além das mortes de Marinalva e do caso de Solange, Reyvan foi relacionado, por meio das investigações e de exames periciais, a outros dois crimes de violência sexual: um estupro ocorrido em 2021, no bairro Tijucal, e outro registrado em 2022, no bairro Jardim Leblon, ambos em Cuiabá.
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O histórico criminoso também inclui uma ocorrência de 2019, quando ele foi preso por suspeita de participar de um assalto a uma residência no bairro Santa Terezinha II, onde uma família foi feita refém.
Em agosto do ano passado, ele também foi preso por ameaça, mas acabou liberado após audiência de custódia.












fabio 13/10/2026
sr. juíz empurre uma pena tão alta no C# desse F d P.... para que nunca mais volte a sociedade
1 comentários