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13 de Março de 2017, 10h:40 - A | A

PODERES / SEM PRESSA

Taques só apresenta teto de gastos após aprovação federal

Pedro Taques diz que tem articulado com outros governadores apresentar a proposta Estadual, após a aprovação da medida em nível nacional

RepórterMT

O governador terá reunião com os chefes dos poderes nesta terça-feira para tratar do congelamento do duodécimo

O governador terá reunião com os chefes dos poderes nesta terça-feira para tratar do congelamento do duodécimo

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou nesta segunda-feira (13), que não tem a mínima pressa em enviar para a Assembleia Legislativa os projetos de lei que instituem o teto de gastos e as reformas administrativa e tributária do Estado.

“Não estou com pressa. Temos um projeto que está sendo votado no Congresso Nacional e os governadores estão articulados para que possamos apresentar no melhor momento. Estamos fazendo o melhor projeto sem afogadilho. Vamos mostrar para a base antes, vamos conversar e abrir o diálogo para que possamos, no momento correto, aprovar”, disse Taques, depois da solenidade de entrega de mil tablets para alunos da escola estadual Presidente Médice, em Cuiabá.

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“Não estou com pressa. Temos um projeto que está sendo votado no Congresso Nacional e os governadores estão articulados para que possamos apresentar no melhor momento. Estamos fazendo o melhor projeto sem afogadilho. Vamos mostrar para a base antes, vamos conversar e abrir o diálogo para que possamos, no momento correto, aprovar”, disse Taques.

Para os deputados estaduais, no entanto, a demora cria ainda mais desgaste e expectativas a respeito do conteúdo das leis, principalmente, junto aos servidores estaduais, uma vez que o teto de gastos deve congelar os salários, a Revisão Geral Anual (RGA) e a progressão de carreira dos funcionários por dois anos.

O deputado Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), acredita que a proposta deveria ser apresentada o mais rapidamente possível.

“Não tem que ficar remoendo, tem que ser rápido, pois essa espera torna a expectativa ainda maior. Estamos esperando, conforme o prometido, a reunião para que o governador nos apresente o conteúdo antes de mandar para votação”, contou o parlamentar.

A respeito do teto de gastos atingir os demais poderes, além do Executivo, Taques afirmou que está conversando com os representantes de cada órgão para que seja possível firmar o acordo.

No último sábado, o governador contou que terá uma reunião com todos os chefes dos poderes na terça-feira (14).

“Não tem que ficar remoendo, tem que ser rápido, pois essa espera torna a expectativa ainda maior. Estamos esperando, conforme o prometido, a reunião para que o governador nos apresente o conteúdo antes de mandar para votação”, contou Nininho.

“Estamos conversando com os chefes dos poderes. Vamos conversar essa semana. Não estamos com a mínima pressa. Precisamos aprovar, mas o projeto tem que ser bem feito e é isso que estamos tratando. Tudo será conversado com os poderes, se houver acordo, vai ser feito, se não, não vai ser feito”, pontuou Pedro Taques.

Na prática, a ideia de Taques é de que os poderes fiquem com os repasses do duodécimo congelados. A proposta de lei complementar limita os gastos do Estado por dez anos.

“Todos têm que compartilhar o momento de tristeza e o momento de alegria”, destacou o governador, no último fim de semana.

Questionado a respeito da concessão da Revisão Geral Anual (RGA) em maio, Taques explicou que o Executivo está planejando as despesas conforme a arrecadação semanal. Na verdade, o governador deve aguardar a aprovação do teto de gastos, que irá barrar a concessão da RGA.

“Não vou jantar sem almoçar. Maio ainda está longe e estamos trabalhando por semana, tendo em conta o fluxo de caixa do Estado. Por isso não posso falar o que vai ser feito em maio ainda”, finalizou.

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alexandre 14/03/2017

Que é preciso fazer ajuste fiscal todos nós sabemos, mas não a custas dos servidores, que tal cortar verba de propaganda, indenizatória de 65 mil é 50% dos duodécimos dos Poderes ?

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Cleber 13/03/2017

Decisão sábia do governador de MT, esperar a decisão federal, pois ele sabe que não vai passar na sua totalidade o projeto das Reformas. Será de bom entendimento aguardar para agosto/17, quando as coisas já estarão bem definidas.

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Teka Almeida 13/03/2017

Eu pensei que todos os poderes faziam parte do estado de Mato Grosso. Até porque o nome deles está identificado ao estado que pertencem: Tribunal de Justiça de Mato Grosso; Assembleia Legislativa de Mato Grosso; Tribunal de Contas de Mato Grosso, Ministério Público Estadual de Mato Grosso. Então pergunto: por que na hora do apertar os cintos não entram na conta??? Independência de poderes??? Engraçado, na hora de receberem o duodécimo não são independentes, muito pelo contrário, são dependentes e ainda exigem aumento para arcarem com seus LUXOS. Ah!!!! alegam injustiças, pois fizeram o seu dever de casa e economizaram... Então o executivo FOI e É incompetente, mas eu não tenho culpa de ter um INCOMPETENTE administrando o meu, o seu o nosso salário. Eita estado de ESTAGNAÇÃO.

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alexandre 13/03/2017

vai prejudicar por 3 anos só os servidores do executivo, os dos outros Poderes vão receber verba indenizatoria, com aumento da previdencia, teremos redução de salário... fora a inflação acumulada de 4 anos..

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4 comentários