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07 de Março de 2017, 15h:00 - A | A

PODERES / CONGELAMENTO DE SALÁRIOS

Taques diz que servidores têm que entender momento econômico de MT

O projeto do teto de gastos congela os salários dos funcionários estaduais, assim como a Revisão Geral Anual (RGA) e a progressão de carreira pelos próximos dois anos

RepórterMT

A lei do teto de gastos, segundo o governador, ainda não foi finalizada, mas deve ser enviada nos próximos dias para a Assembleia Legislativa

A lei do teto de gastos, segundo o governador, ainda não foi finalizada, mas deve ser enviada nos próximos dias para a Assembleia Legislativa

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou nesta terça-feira (7) que a proposta de lei complementar que limita os gastos do Estado por dez anos não sofrerá alterações mesmo com pressão dos servidores.

O projeto congela os salários dos funcionários estaduais, assim como a Revisão Geral Anual (RGA) e a progressão de carreira pelos próximos dois anos.

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“Não se combate doença grave com remédio doce, precisamos fazer os ajustes e faremos no momento correto. Não tenho tempo para temer absolutamente nada. Fui eleito para fazer o que precisa ser feito e farei. Greve é um direito constitucional do servidor, mas precisamos entender que o Brasil vive o pior momento econômico da história”, disse Pedro Taques.

A lei do teto de gastos, segundo o governador, ainda não foi finalizada, mas deve ser enviada nos próximos dias para a Assembleia Legislativa.

“Não se combate doença grave com remédio doce, precisamos fazer os ajustes e faremos no momento correto. Não tenho tempo para temer absolutamente nada. Fui eleito para fazer o que precisa ser feito e farei", disse Pedro Taques

“Não fechamos ainda a proposta do teto de gastos. Alguns defendem que esperemos que o Governo Federal termine a dele, que está para ser votada no Congresso Nacional, para então votarmos a nossa”, explicou.

A proposta tem sido alvo de protestos de servidores, que devem ser intensificados nos próximos dias. Pedro Taques, no entanto, acredita que a maior parte dos funcionários entende a crise financeira enfrentada pelo Estado no último ano.

“Perdemos o poder de compra, Brasil está em crise e os servidores compreendem isso. Não digo os presidentes dos sindicatos, mas os servidores compreendem que temos milhões de desempregados em razão da crise, que não é de Mato Grosso, é do Brasil. E essa crise precisa ser entendida. Temos que administrar de acordo com o momento e tomaremos as medidas que precisam ser tomadas, sem populismo, porque o tempo da irresponsabilidade já passou”, pontuou.

Atualmente, a dívida do Estado com a União chega a R$ 7 bilhões, conforme o governador, e boa parte está dolarizada. Com o teto de gastos a economia estimada é de R$ 1,4 bilhão.

A proposta de lei complementar do teto de gastos é uma determinação da União para que os Estados voltem a negociar as dívidas e entre as obrigações está o corte de gastos.

“Não posso cortar mais custeio, pois paralisaria o Estado. Por exemplo, combustível para viaturas, não pode entrar como corte de gastos. Mas com pessoal estamos gastando mais do que o devido e precisamos repensar essa questão. Faremos os ajustes fiscais necessários, não porque a União está exigindo, mas porque entendemos que são necessários”, afirmou Taques.

Ele garantiu que os deputados terão o tempo necessário para a apreciação do projeto de lei. “A Assembleia tem seu próprio tempo e não cabe ao governo interferir nesses assuntos”, finalizou.

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Eleitor de Taques 06/09/2017

Para de roubar que é bom nada né.... A maior crise que enfrentamos não é a financeira, mais sim de ética e de gestão. Quer cobrar algo, de o exemplo, coisa que acontece somente nos discursos.

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Marco neres 09/03/2017

como fica os Cargos comissionados?

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Jefferson 08/03/2017

Enceher o próprio bolso? Pagamos os mesmos impostos que você quadrúpede ignóbil. Somos trabalhadores honestos, estudamos para sermos aprovados em concursos onde há milhares de candidatos. Falando em decência, há muito não via um ser tão indecente como você. Forte abraço.

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Chapa 08/03/2017

Vamos colaborar para que o governador consiga trabalhar galera, ta faltando união entre os servidores a favor da POPULAÇÃO e não deles mesmos!

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Cuiabano do Coopha 08/03/2017

Servidor reclama de barrigaaa cheiaaa!! Quero ver passar oq celetistas estão passando com a crise!

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Solange nunes 08/03/2017

Esse é um momento delicado que o Brasil passa e graças ao controle de gastos MT não esta sendo muito prejudicado.

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Manoel silva 08/03/2017

Oh governador esta fazendo evitando gastos para deixar o salario dos funcionários públicos em dia ,tem deputados que parecem que não entendem o momento que o Brasil vive.

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Dudu da Massa 08/03/2017

Janaína fica preocupada em falar mal dos outros ao invés de trabalhar!!! Vai falar mal do seu pai que deve estar devendo R$ 1.000.000.000,00 pro povo!!!

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Felipe dos Santos 08/03/2017

O grupo político dessa deputada quebrou o estado e agora ela fica fazendo joguinho sujo dizendo que o governador esta de birra!!! Se enxerga Janaína!

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souza lima 08/03/2017

Não da pra desconsiderar oque vivemos hoje, não da pra fingir e não querer ver o momento atual da economia e a necessidade imensa de controlar os gastos públicos. Se o projeto já foi aprovado tenho certeza que logo estará com a integra disponível no site da assembléia para sabermos realmente em que pé esta a situação.

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Luillyan 08/03/2017

Não podemos esquecer que estamos com uma necessidade homérica de controlar os gastos públicos e isso está sendo imposto pelo Governo Federal.

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souza souza 08/03/2017

Tem deputada estadual reclamando do governador mas esquece que é do mesmo partido do presidente. O governo esta fazendo as condições que o presidente Michel Temer impôs.

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Juan 08/03/2017

Precisamos entender o contexto nacional e as condições que estão sendo (mais) que impostas aos governadores, começando por uma querida Deputada Estadual que critica a postura do governador, mas é do mesmo partido que o presidente.

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Sabrina Lopes 08/03/2017

Um estado que destina 50% do seu orçamento para pagamento de salários precisa ser revisado. A situação que estamos vivendo é de CRISE, a lei do corte de gastos é uma NECESSIDADE e não uma escolha qualquer. Aos servidores que SÓ reclamam, tenham a decência de assumir e enxergar a situação! Chega desse mimimi concentrado em encher o próprio bolso!

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Alexandre 08/03/2017

Sou servidor público do Estado há 10 anos, com muito orgulho. Não acho justo somente os trabalhadores celetistas sofrerem com a crise: desemprego, diminuição de salários. Nós servidores consumimos mais de 50% (METADE DO ORÇAMENTO) do dinheiro PÚBLICO com nossos ALTOS salários. Tenho vergonha do discurso mesquinho de muitos meus colegas. Sou a favor do remédio amargo se é para o bem do Estado.

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Teresa Papuda 08/03/2017

Gostaria de parabenizar a Janaina Riva que é do mesmo partido do michel temer. Ela consegue enganar os servidores públicos e até juntou bastantes votinhos para emanuel pinheiro com a conversa de que é a favor dos servidores. A única coisa que não entendo é o fato dela ser do mesmo partido do presidente!

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Teka Almeida 08/03/2017

Estamos as portas de 2018 “Não se combate pragas e ervas daninhas com remédio doce, precisamos livrar Mato Grosso e para isso iremos fazer os ajustes e faremos no momento correto. Não temos tempo para temer absolutamente nada. Faremos a eleição que precisa ser feita e faremos. Livrar Mato Grosso e eleger um GESTOR COMPETENTE é um direito constitucional da população, mas precisamos entender que o Brasil vive o pior momento econômico e administrativo da história porque não soubemos votar, pois mais uma vez acreditamos nas MENTIRAS”. Tua hora vai chegar PT e CIA.

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alexandre 08/03/2017

O sr vai entender se fizermos greve de 90 dias, parando o Estado...

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08/03/2017

GREVE GERAL! IMPEACHMENT HA DESSE DITADOR

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Marcio brito 08/03/2017

Esse anão de Jardim deve estar achando que servidor público e palhaço e apenas vai ficar rindo com tudo isso que ele está tentando colocar guela abaixo e ver nosso poder de compra indo para o ralo, greve já.

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Stephanie 07/03/2017

Até concordo com as adequações em face da crise que enfrentamos, mas afetar direito adiquirido como a progressão de carreira do servidor é ilegal e imoral....

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Servidor 07/03/2017

Nós somos e vcs estão! Tenho plena certeza que tudo é um projeto pessoal deles. Não são gestores e aí culpam o que nada fez! Seu remédio tem de ser horizontal e não vertical e sem base! Pois pensa apenas em teu projeto! A história mostrará a verdade!!!

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LINGUA DE TRAPO 07/03/2017

ah é seu cretino, já que a massa tem que entender o momento econômico, vcs burocratas destruidores da nação brasileira deveriam abrir mão do salario milionário pra ajudar o estado. Taques, vc não ganhará mais eleição em Mato Grosso, o Deus Soberano, que você tanto renega, impedirá a sua saga e te pesará, dando-lhe o merecido

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indignado 07/03/2017

Não precisa temer a revolta dos servidores pois eles sabem que o pessoal do puxadinho do governo a AL irão aprovar sómente alguns serão contra pois a maioria obedece o governo mas lembrem se ano que vem terão o troco.

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Marcelo 07/03/2017

Mas a sacanagem governador e que só executivo que vai congelar os salários e outros poderes, esta sobrando vai ter RGA e aumento salarial e nos como fica.

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Gilstron 07/03/2017

Olha que governo mais contraditório. acaba de anunciar a contratação de mais de 50 procuradores todos com alto salários e aí vem ele e diz que servidores têm que entender momento econômico de MT. Contratando gente com alto salario no Estado, assim realmente nunca vai ter folga na LRF pra pagar o RGA integral. veja a contratação no link http://www.folhamax.com.br/cidades/estado-nomeia-25-novos-procuradores/116785

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alexandre 07/03/2017

Cortar verba indenizatória, cobra impostos do Agronegócio, coloca teto de salário pros Poderes, o limite é o salario do governador, depois disso a gente conversa.. pra pedir bom senso, deve se respeitar o direito dos outros, porque os Poderes receberam o salario dia 03/03 e quem arrecada somente dia 10/03 ?

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Allan 07/03/2017

Temer vai congelar aumento e não o RGA.

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alexandre 07/03/2017

A crise e´só pro servidores do Executivo.vai ter greve geral. A UNIMED aumentou em 20 %, tarifas de luz e agua aumentaram tambem, Aumento de duodecimos, Assembleia Legislativa, em que requereu o aumento dos valores dos auxílios alimentação, saúde, creche e graduação pagos aos servidores e magistrados.Caso os projetos sejam aprovados pelos deputados e sancionados pelo governador Pedro Taques (PSDB), o valor do auxílio-alimentação, que atualmente é de R$ 800, passará a ser de R$ 1 mil, uma alta de 25%..

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Jorge 07/03/2017

Se temos que entender, porque não congela também de outros poderes, conversa para boi dormir.

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