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O governador Pedro Taques afirmou que o entendimento se deu “diante da grave crise que o país enfrenta”.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
A cúpula do PSDB se reuniu na noite de segunda-feira (10), em São Paulo, para deliberar a respeito da permanência na base aliada ao Governo Michel Temer (PMDB) e da votação da admissibilidade da denúncia contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme o governador Pedro Taques, o partido decidiu que deve liberar os deputados federais para votar como melhor entenderem.
Para ele, o entendimento se deu “diante da grave crise que o país enfrenta”.
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O presidente da sigla no Estado, o deputado federal Nilson Leitão, afirmou que a dificuldade de entendimento entre os parlamentares é regional. Segundo ele, os prefeitos e líderes de Mato Grosso são favoráveis à permanência de Temer até o fim do mandato.
Já na Região Nordeste, os parlamentares sofrem pressão para que votem contra o presidente da República, já que estão mais próximos do PT.
Por cerca de quatro horas, as lideranças discutiram o assunto, mas não entraram em entendimento sobre o desembarque da base governista. O presidente interino nacional, senador Tasso Jereissati, disse que a decisão caberá à Executiva do PSDB e convocou uma convenção para o próximo mês.
Na reunião, os tucanos elegerão a nova diretoria do partido, já que o presidente nacional, o senador Aécio Neves, foi afastado depois de ser citado na delação do dono da JBS, Joesley Batista.
A reunião convocada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, contou também com as presenças de Aécio, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, dos governadores de Goiás, Marconi Perillo, do Paraná, Beto Richa, e de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, do prefeito de São Paulo, João Doria, do senador José Serra (SP), além de outros parlamentares. (Com Agência Brasil)














