RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) disse, na manhã desta quarta-feira (4), que recebe com “tranquilidade” o pedido do ministro Mauro Campbell Marques, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para que a Polícia Federal realize novas diligências com o objetivo de apurar melhor as denúncias de interceptações telefônicas ilegais no âmbito das Polícias Civil e Militar de Mato Grosso, caso que ficou conhecido como “grampolândia pantaneira”.
O pedido atendido pelo ministro, na última segunda-feira (2), foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que já possui sete volumes, 12 apensos e 19 caixas de processos.
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As investigações foram para o STJ após o governador pedir para ser investigado no esquema, anteriormente o processo estava no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sob a relatoria do desembargador Orlando Perri.
“Com total tranquilidade porque eu pedi para ser investigado, agora eu não sei quais são essas diligências e eu quero que se esclareça”, resumiu Taques.
“Com total tranquilidade porque eu pedi para ser investigado, agora eu não sei quais são essas diligências e eu quero que se esclareça”, resumiu Taques.
O caso dos grampos veio à tona depois que o promotor de Justiça Mauro Zaque à PGR encaminhou uma denúncia de que no Estado policiais civis e militares participavam de um esquema de “barriga de aluguel” para grampear políticos, empresários, advogados, jornalistas e membros do Judiciário contrários à atual administração.
Os fatos, segundo a denúncia, ocorreram entre os anos de 2014 e 2016. Porém, o caso veio à tona após uma reportagem investigativa do programa Fantástico, da TV Globo, desde então o governador Pedro Taques (PSDB) concedeu entrevistas, enviou nota à imprensa negando que tivesse conhecimento dos fatos.















