Cuiabá, 25 de Setembro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
25 de Setembro de 2026

15 de Fevereiro de 2017, 17h:33 - A | A

PODERES / EM BRASÍLIA

Taques cobra liberação de emendas que podem chegar a R$ 500 milhões

O governador lembra que as emendas dos parlamentares na área de Saúde são impositivas, ou seja, precisam ser pagas pelo Governo Federal.

Assessoria

O governador destaca que os recursos aliviariam os problemas enfrentados na área da saúde

O governador destaca que os recursos aliviariam os problemas enfrentados na área da saúde

DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) participou de reunião nesta quarta-feira (15) com o ministro da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, no Palácio do Planalto, em Brasília. O chefe do Executivo Mato-grossense cobrou do ministro um levantamento das emendas que Mato Grosso tem a receber correspondentes aos anos de 2012 a 2016.

Segundo Taques, a estimativa é de que o Estado tenha cerca de R$ 500 milhões em emendas a receber.

>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!

No levantamento das emendas que devem ser pagas a Mato Grosso, Taques pediu que seja encaminhado toda a programação de quitação dos valores. Segundo o governador, a maior parte das emendas deste período foram alocadas para a Saúde, por isso, a necessidade de cobrança incisiva ao Governo Federal.

Taques lembra que as emendas dos parlamentares na área de Saúde são impositivas, ou seja, precisam ser pagas pelo Governo Federal.

O governador destaca ainda que os recursos aliviariam os problemas enfrentados na área que sofreu em 2016 com a queda de repasses da União.

Aeroportos

Além de tratar das emendas, o governador ainda pediu celeridade na inclusão dos aeroportos de Alta Floresta, Barra do Garças e Rondonópolis e Sinop no Plano Nacional de Desestatização (PND). Até o momento, o Aeroporto Marechal Rondon, de Várzea Grande, foi o único incluído no programa do Governo Federal.

Taques já havia tratado da questão com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e o vice-governador Carlos Fávaro também havia tratado do tema com a Secretaria da Aviação Civil, em dezembro de 2016.

Comente esta notícia