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14 de Fevereiro de 2018, 07h:00 - A | A

PODERES / ROMBO DE R$ 2 BILHÕES

Taques alerta que faltará dinheiro para pagar aposentados do Estado em 3 anos

Para o governador Pedro Taques, é preciso voltar a discutir o aumento da alíquota cobrada dos servidores ativos, para que a Previdência não entre em colapso financeiro.

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O governador Pedro Taques defendeu que a Reforma da Previdência, proposta pelo Governo Federal, seja aprovada pelo Congresso Nacional.

O governador Pedro Taques defendeu que a Reforma da Previdência, proposta pelo Governo Federal, seja aprovada pelo Congresso Nacional.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que em três anos a Previdência do Estado terá um rombo de R$ 2 bilhões e não será possível pagar os aposentados e pensionistas. Para ele, é preciso voltar a discutir o aumento da alíquota cobrada dos servidores ativos, para que a Previdência não entre em colapso financeiro.

"Daqui três anos, se não tomarmos providências agora, 30 mil servidores aposentados não terão recursos para bancar a sua previdência”, disse Taques.

“Vivemos uma farsa na Previdência do Estado. Daqui onze meses, talvez eu deixe de ser governador. Não sou servidor público de carreira, mas daqui três anos, se não tomarmos providências agora, 30 mil servidores aposentados não terão recursos para bancar a sua previdência”, disse Taques, em discurso, na Assembleia Legislativa, na semana passada.

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Para explicar o colapso financeiro previdenciário do Estado, o governador revelou que, em 2014, foram retirados R$ 450 milhões da Fonte 100, recursos provenientes de arrecadação, para destinar ao pagamento dos aposentados e pensionistas.

"Os 30 mil aposentados do Estado têm o direito que se fale a verdade e nós precisamos mudar isso”, pontuou.

“No ano passado, foram R$ 958 milhões e daqui três anos, serão R$ 2 bilhões, retirados da Fonte 100 e colocados na Previdência. Os 30 mil aposentados do Estado têm o direito que se fale a verdade e nós precisamos mudar isso”, pontuou Taques.

O gestor estadual esclareceu que a mudança deve passar pelo aumento da alíquota previdenciária cobrada dos servidores ativos, que, atualmente, é de 11% sobre o valor do salário. No ano passado, Taques chegou a propor que a cobrança passasse para 14%, porém, em discussões com servidores e deputados estaduais, desistiu da proposta.

“Hoje o aumento da alíquota de 11% para 14% já não é o bastante para que possamos resolver a questão. Já propus isso e fui derrotado, mas vamos propor novamente, no momento correto”, declarou.

Em reunião com a Executiva do PSDB, Taques defendeu que a Reforma da Previdência, proposta pelo Governo Federal, seja aprovada pelo Congresso Nacional. Caso contrário, todo o país poderá quebrar.

“Se não fizermos a reforma, vamos nos tornar uma Grécia, em dois ou três anos. Isso é fato. Precisamos de uma maior que esta, mas o ótimo é inimigo do bom e entendo que deve ser algo fechado dentro do PSDB, até porque está na cartilha de fundação do partido”, afirmou o chefe do Executivo mato-grossense.

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Thiago 16/02/2018

Claro que a tendência é cada vez piorar. O povo (povão) tem que contribuir 35 anos para aposentar e políticos apenas 4 anos de trabalho já tem direito a aposentadoria vitalício. Não tem fim nunca essa dívida e impostos. Muita roubalheira...

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Wellington 15/02/2018

Retira o Tribunal de Justiça, TCE, MPE e Assembleia da Previdência do Executivo.. eh injusto ter que pagar aposentadoria de Desembargador e Deputado

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guilherme 15/02/2018

Foi para isso que ele fez tanta questão de criar o "fundão" que arrastou os aposentados e inativos de outros órgãos para recebimento pelo governo do estado?!

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Carlos Nunes 14/02/2018

Ih! Daqui há 3 anos tanta água ainda vai passar por debaixo da ponte, como diz o velho ditado popular. Tem solução pra tudo, só não tem pra morte. É preciso que novos líderes assumam o país, com novas ideias, pois a turma atual não resolveu nada, nem ideia boa tem. Seria aconselhável que o novo presidente da república, eleito na próxima eleição, designe a pessoa, que mais entende de Previdência no país, como Coordenadora do Projeto de Reforma. Refiro-me à Doutora em Economia, DENISE LOBATO GENTIL, que fez a sua tese de Doutorado em cima da Previdência. Basta determinar...que faça um Projeto de Reforma da Previdência onde o maior beneficiado seja o POVO BRASILEIRO. Não os políticos, os banqueiros, mas sim O POVO.

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Gilston 14/02/2018

Solução tem... é só o supremo federal acabar com os altos salario ja que as VIs não paga imposto.Faz todos receberem o mesmo teto salarial, inclusive o Pedro Taques que vai aposentar com salario de governador só por que trabalhou quatro anos no cargo. Depis quer cobrar dos pequenos. Mas , o Pedro taques o o Temer só vê pela frente o servidor publico barnabes.

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iracildo 14/02/2018

SE JÁ SABE DESSE FATO E NÃO CONSEGUE RESOLVER, PORQUE QUER SER REELEITO? DEIXE PARA OUTRO QUE TENHA COMPETÊNCIA E SOLUÇÃO PARA O MATO GROSSO, VOCÊ JÁ DEMOSTROU SUA INCOMPETÊNCIA PARA GERIR UM ESTADO, SAI FORA.

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Jisticeiro 14/02/2018

Já comece a cortar aposentadoria de políticos, pois política não é carreira. mandato eletivo nao da direito a aposentadoria sr. governador. E justo Emanuel Pinheiro estar aposentado há quase 10anos? E só um caso de centenas ganhando em torno de 30.000 reais. Isso sim arromba a previdência.

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Teka Almeida 14/02/2018

Para inicio de conversa, daqui a onze meses COM CERTEZA não será mais o governador do Estado de Mato Grosso. Se está faltando dinheiro tem algo errado, alguém não está fazendo a sua parte e asseguro que não são os servidores, pois de nós sempre são arrancados, concordando ou não. Quando se coloca a cobrança dos ativos esquecem de citar que os aposentados passaram mais de 30 anos contribuindo e hoje continuam contribuindo o mesmo percentual entre a diferença do teto e do seu subsidio, entrando dinheiro a rodo. Ai eu pergunto: para onde está indo esse dinheiro???!!!!! Isso sem contar outras formas que também entra dinheiro e no final o servidor vai sair perdendo, o que vocês chamam de previdência solidária. Então acredito que já passou da hora do TCE fazer uma auditoria no MTPrev para saber onde cada centavo está indo.

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