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Taques disse que a lei complementar deve ser enviada para a Assembleia Legislativa ainda este mês
CAROL SANFORD
CAMILA PAULINO
O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que marcou reunião para a próxima terça-feira (14) com os chefes dos poderes para discutir a lei complementar que limita os gastos do Estado. Ele quer que o teto de gastos alcance a todos os poderes e não somente o Executivo.
“Todos têm que compartilhar o momento de tristeza e o momento de alegria e vamos conversar para acertar os detalhes”, disse o governador, durante a Caravana da Transformação, em São José dos Quatro Marcos, neste sábado (11).
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Na reunião estarão os presidentes da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, do Tribunal de Justiça, Rui Ramos, e chefe do Ministério Público do Estado, Mauro Curvo.
“Todos têm que compartilhar o momento de tristeza e o momento de alegria e vamos conversar para acertar os detalhes”, disse o governador.
Na prática, a ideia de Taques é de que os poderes fiquem com os repasses do duodécimo congelados. A proposta de lei complementar limita os gastos do Estado por dez anos. O projeto ainda congela os salários dos funcionários estaduais, assim como a Revisão Geral Anual (RGA) e a progressão de carreira pelos próximos dois anos.
A lei do teto de gastos, segundo o governador, ainda não foi finalizada, mas deve ser enviada nos próximos dias para a Assembleia Legislativa.
O deputado estadual e líder do Governo, Dilmar Dal Bosco (DEM), confessou essa semana que tem articulado com todos os deputados, inclusive os da oposição, para a aprovação da lei.
“Seria injusto que apenas o Executivo sofresse consequências, por isso a lei vai ser aprovada e vai afetar a todos os poderes. São medidas exigidas pela União e que se não forem feitas Mato Grosso pode entrar em estado de calamidade, como o Rio de Janeiro, por exemplo. Para atrair investimentos, contrair empréstimos, melhorar as rodovias, investir nos hospitais regionais e fazer novas UTIs para a saúde pública nós precisamos tomar essas medidas”, explicou.














alexandre 11/03/2017
O momento de tristeza é para os servidores do executivo, o orçamento dos Poderes foi reajustado em 2017, congelar o que está superestimado? Os poderes vão dar verba indenizatória pra seus servidores, aumento salarial indireto, os dos executivo vão ficar sem RGA e sem subir nível por 10 anos..
Alberto 11/03/2017
Os poderes são independentes e ditadorzinho não pode interferir nas despesas da Assembleia. Se não tem competência para administrar o executivo, não tem moral para limitar gasto de outros poderes.
frank 11/03/2017
Os piores roedores são as pessoas q escolhemos para nos representar. Eles são os donos da verdade..fazem leis q só os favorecem. Pq tanta injustiça parecem q não são brasileiros. Este partido PT levou nosso país ao caso e ninguém toma providencia parece q estao todos anestesiado...paisinho de merda esse nosso.
Teka Almeida 11/03/2017
Se os poderes são parte de Mato Grosso então a lei é prá todos, não tem nem o que discutir. Mas isso acredito ser MUITO DIFÍCIL, pois o PT precisará dos poderes para aprovar as matérias, deferimento em seu favor das ações que vão chover na justiça. Então ficará apenas nas costas do Executivo a CONTA A SER PAGA PELA INCOMPETÊNCIA DA GESTÃO.
4 comentários