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Cuiabá, 08 de Junho de 2026
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30 de Setembro de 2020, 17h:33 - A | A

PODERES / PROPINA E PRISÃO

Mauro: Não dá para garantir honestidade de 70 mil servidores

Governador comentou a prisão do ex-secretário Adjunto da Casa Civil, por suposto recebimento de propina.

DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) lembrou, na ocasião da inauguração da nova sede da Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), na manhã desta quarta-feira (30), que as investigações do Ministério Público Estadual (MPMT) sobre a prisão do ex-secretário-adjunto Sistêmico da Casa Civil, Wanderson de Jesus Nogueira, ainda estão em andamento e que vai aguardar o resultado para tomar outras decisões. O chefe do Executivo destacou que não tem como controlar todos os servidores do Estado.

Mauro somente emendou que no Estado há 70 mil servidores, o que torna impossível garantir que todos sejam honestos. “O Governo, eu e os secretários não pactuamos com nenhum tipo de corrupção. Nós temos 70 mil servidores e é impossível garantir que tenha 70 mil pessoas absolutamente honestas trabalhando no Estado de Mato Grosso. É possível que qualquer um deles possa fazer algum ato indevido, mas qualquer um que fizer e for pego vai pagar por isso”, destacou.

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Preso em flagrante pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) na última quinta-feira (24), o ex-adjunto da Casa Civil é acusado de receber propina para supostamente favorecer uma empresa em processo de licitação realizado pelo Estado. No mesmo dia, o servidor foi exonerado do cargo. A demissão foi publicada no Diário Oficial de sexta-feira (25). Um dia depois, Wanderson conseguiu liberdade.

O secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, disse que independete da prisão, o ex-secretário-adjunto seria exonerado do cargo. “A demissão dele foi feita independente da blitz e do ato de prisão. A decisão, quando chegou ao meu conhecimento, na mesma hora, fizemos o ato de exoneração. Então, se tivesse a prisão ou não ele já estava exonerado”, disse.

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