facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png twitter-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 19 de Junho de 2024
19 de Junho de 2024

10 de Junho de 2024, 11h:46 - A | A

PODERES / MUDANÇA NAS LEIS

Mauro defende que facções sejam tratadas como organizações terroristas no Brasil

O governador voltou a dizer que é o papel do Congresso Nacional, dos deputados federais e senadores, fazer mudanças nas leis do país.

APARECIDO CARMO
DO REPÓRTERMT



O governador Mauro Mendes (União) defendeu, nesta segunda-feira (10), que membros de facções passem a ser tratados como terroristas. Para isso, Mauro defendeu novamente que o Congresso Nacional faça alterações nas leis do país. 

“É uma bela ideia classificar qualquer facção criminosa como terrorista”, disse durante entrevista para rádio CBN Cuiabá.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

Mendes voltou a dizer que é o papel do Congresso Nacional, dos deputados federais e senadores,fazer mudanças nas leis do país, que balizam as ações das polícias e as decisões do Judiciário.

LEIA MAIS - Mauro defende Judiciário após críticas de Jayme; “Quem cria lei frouxa é o Congresso"

“Eu acho que nós temos que dar (esse tratamento, de terroristas) a essas facções criminosas, e existem muitas formas de melhorar essa atuação legislativa e produzir leis mais inteligentes”, afirmou o governador.

O chefe do Executivo ainda defendeu que esses presos não tenham direito a progressão de pena, medida que reduz o tempo de prisão dos condenados. O governador é favorável que os condenados ligados ás facções cumpram a totalidade das penas estabelecidas pela Justiça.

Em sua fala, avaliou que o sistema de segurança pública no Brasil está falido e citou exemplos que corroboram a sua opinião.

LEIA MAIS - MT pode usar mão de obra do sistema prisional para alavancar industrialização

“O Marcola, você já ouviu falar, que é o grande chefe do PCC no Brasil, está preso há mais de 20 anos, em um presídio federal de segurança máxima e o PCC está crescendo de vento em polpa. (...) E não vamos longe, não, o Sandro Louco está preso aqui em Mato Grosso vai fazer 30 anos e continua comandando a organização criminosa”, pontuou.

Mauro disse, por fim, que o Estado não pode impedir que uma pessoa decida fazer parte de uma facção, mas que é dever das Forças de Segurança reprimir a atuação desses grupos criminosos.

“Se ele escolheu ser bandido, ele vai ter uma consequência que tem que ser dura. Isso vai desestimular um monte de gente a entrar por esse caminho”, concluiu.

Comente esta notícia