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O governador Pedro Taques terá um café da manhã, na terça-feira (13), com os parlamentares da bancada federal.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) vai discutir com os deputados federais e senadores de Mato Grosso a possibilidade de destinação de emendas parlamentares para a Saúde pública. A reunião será durante um café da manhã nesta terça-feira (13), em Brasília, com os membros da bancada.
A medida já vem sendo tratada pelo governador, que busca novos recursos para quitar o passivo da Saúde, junto aos hospitais regionais e municípios. Inicialmente, a proposta era de que R$ 80 milhões em emendas, que seriam destinadas à compra de equipamentos para o novo Pronto-Socorro de Cuiabá, fossem repassadas ao Estado, para diminuir o déficit.
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“Temos essa reunião com a bancada federal e vamos buscar dinheiro novo para a Saúde através das emendas impositivas”, disse Taques, rapidamente, após evento de entrega de viaturas para as Polícias Civil e Militar, nesta segunda-feira (12).
O passivo da Saúde era de R$ 162 milhões com os hospitais regionais e unidades de saúde. O Governo quitou cerca de R$ 80 milhões no início de junho.
“Temos essa reunião com a bancada federal e vamos buscar dinheiro novo para a Saúde através das emendas impositivas”, disse Taques.
Dívidas dos Estados
Em Brasília, o governador também deve se reunir com o presidente Michel Temer (PMDB) e presidentes de instituições financeiras, como Caixa Econômica Federa, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), junto com outros governadores.
Na pauta, as dívidas dos Estados com a União, que, atualmente, alcança o valor de R$ 470 bilhões. Em Mato Grosso, a dívida é de cerca de R$ 2,5 bilhões.
Os governadores reivindicam junto ao Governo Federal novas formas de negociação dos débitos. No fim do ano passado, o projeto que trata da renegociação das dívidas dos estados foi aprovado pelo Congresso Nacional.
O texto previa o alongamento da dívida por 20 anos e a suspensão do pagamento das parcelas até o fim de 2016, com retomada gradual a partir deste ano. No entanto, a crise financeira vem afetando os Estados, que buscam novos prazos.
Há ainda a exigência de que os Estado apresentem projetos que limitam as despesas por dez anos, o chamado Teto de Gastos. Mato Grosso ainda não finalizou a proposta, que deverá ser aprovada pela Assembleia Legislativa.














