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15 de Fevereiro de 2018, 17h:27 - A | A

PODERES / CRISE SEM FIM

Gallo alerta que Estado está sem condições de pagar aumento de despesas

Entre as medidas para tentar resolver a crise, o Estado busca “vender” a dívida dolarizada com o Bank of America para o Banco Mundial. No mês de março, o Executivo deverá pagar uma parcela da dívida, no valor de R$ 150 milhões.

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Segundo Rogério Gallo, para assumir o débito do Estado, o Banco Mundial apresentou um diagnóstico fiscal e apontou as medidas que devem ser tomadas.

Segundo Rogério Gallo, para assumir o débito do Estado, o Banco Mundial apresentou um diagnóstico fiscal e apontou as medidas que devem ser tomadas.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O secretário de Fazenda, Rogério Gallo pontuou que o Estado está no limite de pagamento das despesas, que se sofrerem aumentos ficarão em atraso ou não serão quitadas.

“O Estado tem condição de pagamento, hoje, absolutamente fragilizada e vulnerável. Qualquer aumento ou pressão sobre despesas obrigatórias, ou mesmo sobre outras despesas, não teremos condições, nem capacidade de honrar”, disse Gallo.

“O Estado tem condição de pagamento, hoje, absolutamente fragilizada e vulnerável. Qualquer aumento ou pressão sobre despesas obrigatórias, ou mesmo sobre outras despesas, não teremos condições, nem capacidade de honrar”, disse Gallo.

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Entre as medidas para tentar resolver a crise, o Estado busca “vender” a dívida dolarizada com o Bank of America para o Banco Mundial. No mês de março, o Executivo deverá pagar uma parcela da dívida, no valor de R$ 150 milhões.

“Se conseguirmos que o Banco Mundial recompre a dívida dolarizada e fique como credor do Estado, teremos taxas menores e alongamento da dívida. Isso ajudaria no fluxo de caixa".

Segundo Gallo, para assumir o débito do Estado, o Banco Mundial apresentou um diagnóstico fiscal e apontou as medidas que devem ser tomadas.

“Se conseguirmos que o Banco Mundial recompre a dívida dolarizada e fique como credor do Estado, teremos taxas menores e alongamento da dívida. Isso ajudaria no fluxo de caixa, pois ajudaria na diminuição do comprometimento mensal e anual com a dívida”, comentou o secretário.

Outra medida é a criação do Fundo de Estabilização Fiscal, apresentada pelo governador Pedro Taques (PSDB) aos poderes.

“Esse conjunto de medidas atinge todos, como poderes, a classe dos funcionários públicos, setor produtivo e será detalhado e discutido com todos. Encaminharemos para a Assembleia o que depender de lei e adotaremos no Executivo aquilo que depender apenas de decisão do governador”, explicou.

“Esse conjunto de medidas atinge todos, como poderes, a classe dos funcionários públicos, setor produtivo e será detalhado e discutido com todos".

Gallo também contou que o Governo articula junto à União a antecipação dos recursos do Fundo de Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX).

“Isso aconteceu em 2015, quando o FEX foi pago em duas parcelas: uma no primeiro semestre e outra, no segundo. Também estamos cobrando na Secretaria do Tesouro Nacional (STN) a devolução de uma caução dada pelo Estado, no Governo Jayme Campos, no valor de U$ 99 milhões”, afirmou.

“A STN argumenta não ter previsão orçamentária, mas vamos trabalhar para que esses recursos aportem. Tanto o FEX, quanto a devolução da caução, para que tenhamos condições fiscais melhores”, concluiu o secretário de Fazenda.

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Carlos Nunes 15/02/2018

Traduzindo em miúdos pra gente entender...senão a gente não entende bulhufas: essa turma colocou a vaca das Finanças Públicas de MT no meio do brejo, atolada até o pescoço. Tiveram quatro anos pra fazer Reformas gradativas, que minimizariam essa crise, e pouco ou nada fizeram. Impediram até o TCE/MTde abrir a caixa preta do Agronegócio, que cuja abertura daria até subsídios pra taxar ou não o Agronegócio. Mantiveram essa caixa preta lacrada, secreta. Enquanto isso nossos representantes no Congresso Nacional, não mudaram as normas do FEX, também tiveram quatro anos pra mudar isso...ou mudariam a lei, ou aumentariam o valor do FEX e a liberação do recurso assim que fosse arrecadado pelo Governo Federal. Nada...continuou tudo como antes, o mesmo Governo indo com o pires na mão, sensibilizar o presidente pra liberar uma coisa que pertence a Mato Grosso. Pois o pessoal do Agronegócio enche os bolsos usando a terra matogrossense, e o Governo Federal enche os cofres com isso.

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