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Cuiabá, 22 de Julho de 2024
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30 de Outubro de 2017, 19h:12 - A | A

PODERES / PERDEU PRAZO

Ex-secretário não recorre de decisão que negou liberdade e ministro manda arquivar pedido

Barroso decidiu pelo arquivamento depois que o advogado Paulo Fabrinny não recorreu da decisão monocrática que negou a liberdade do ex-secretário Paulo Taques dentro do prazo legal.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu arquivar um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do ex-secretário da Casa Civil Paulo Taques, preso desde o dia 27 de setembro por força da Operação Esdras, que apura um esquema de grampos em Mato Grosso.

Barroso decidiu pelo arquivamento depois que o advogado Paulo Fabrinny não recorreu da decisão monocrática negando a liberdade do ex-secretário dentro do prazo legal.

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À época, o ministro deixou de analisar o pedido por entender que era necessário aguardar analise do mérito de outro habeas corpus que, ainda, tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ), responsável pelas investigações do esquema.

Neste caso, a defesa decidiu aguardar o STJ.

Obstrução à Justiça

Paulo Taques é acusado de armar um plano, juntamente com outros integrantes do Governo do Estado e militares, para gravar o então relator do processo da chamada “grampolândia pantaneira”, desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em situação nada republicana e, com isso, afastá-lo da condução das investigações.

Foram presos com o ex-chefe da Casa Civil, os ex-secretários Rogers Jarbas (Segurança), o coronel Siqueira Júnior (Justiça) e Evandro Lesco (Casa Militar), entre outros acusados.

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