SÍLVIA DEVAUX
DA REDAÇÃO
O prefeito de Cuibá, Emanuel Pinheiro (MDB) descarta ser obrigado pelo presidente Jair Bolsonaro, por intermédio do Ministério da Saúde, a entregar as vacinas que pretende comprar para a Capital, pelo consórcio da Frente Nacional dos Prefeitos (FPN), para o Plano Nacional de Imunização (PNI).
Durante a entrega do Projeto de Lei para a aquisição de vacinas contra a covid-19 à Câmara de Cuiabá, na manhã desta segunda-feira (08), ele revelou a intenção de comprar 400 mil doses de vacina ainda neste primeiro semestre de 2021.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Emanuel argumentou que o ministro Eduardo Pazuello disse que os estados e municípios deveriam repassar para o Ministério da Saúde toda negociação e compra de vacina que fizessem para incluir no PNI antes da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Assim, o prefeito defendeu que até que o Governo Federal consiga reverter a decisão, está em vigência a compra direta desvinculada do Ministério da Saúde.
O Supremo decidiu, há quase duas semanas, que em caso de descumprimento do PNI ou em caso de falta de vacinas os municípios e estados podem fazer aquisição direta de vacinas.














Raquel 08/03/2021
Vacinas de vcs está matando ñ curando médico tomou outro dia estava morto
1 comentários