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08 de Março de 2021, 16h:46 - A | A

PODERES / PANDEMÔNIO

Emanuel descarta que governo Bolsonaro confisque vacinas compradas por prefeitos

O emedebista argumenta que o STF deu aval para que os municípios e estados façam aquisição direta de vacinas em caso de descumprimento do PNI

Assessoria PMC

Prefeito de Cuiabá diz que está em vigência a compra direta desvinculada do MS

Prefeito de Cuiabá diz que está em vigência a compra direta desvinculada do MS

SÍLVIA DEVAUX
DA REDAÇÃO



O prefeito de Cuibá,  Emanuel Pinheiro (MDB) descarta ser obrigado pelo presidente Jair Bolsonaro, por intermédio do Ministério da Saúde, a entregar as vacinas que pretende comprar para a Capital, pelo consórcio da Frente Nacional dos Prefeitos (FPN), para o Plano Nacional de Imunização (PNI).

Durante a entrega do Projeto de Lei para a aquisição de vacinas contra a covid-19 à Câmara de Cuiabá, na manhã desta segunda-feira (08), ele revelou a intenção de comprar 400 mil doses de vacina ainda neste primeiro semestre de 2021.

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Emanuel argumentou que o ministro Eduardo Pazuello disse que os estados e municípios deveriam repassar para o Ministério da Saúde toda negociação e compra de vacina que fizessem para incluir no PNI antes da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Assim, o prefeito defendeu que até que o Governo Federal consiga reverter a decisão, está em vigência a compra direta desvinculada do Ministério da Saúde.

O Supremo decidiu, há quase duas semanas, que em caso de descumprimento do PNI ou em caso de falta de vacinas os municípios e estados podem fazer aquisição direta de vacinas.

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Raquel 08/03/2021

Vacinas de vcs está matando ñ curando médico tomou outro dia estava morto

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