RpMT/Assessoria

Apenas cinco deputados estaduais assinaram o requerimento de abertura da CPI, que precisaria de oito assinaturas.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
Os deputados estaduais, que compõem a base aliada do Governo, chegaram ao consenso de que instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar o esquema de escutas clandestinas, feitas pela Polícia Militar de Mato Grosso, prejudicaria o Estado e não assinaram o requerimento de abertura da comissão.
A proposta de CPI foi feita pela deputada Janaina Riva (PMDB) e recebeu o apoio de cinco parlamentares, todos da oposição ao Executivo. Porém, seriam necessárias oito assinaturas para que fosse aprovada.
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Para o deputado Oscar Bezerra (PSB), a CPI seria “só alarde e palanque”. Conforme o parlamentar, o governador Pedro Taques (PSDB) teria garantido que nenhum aliado consta na lista dos “grampeados”.
“O que se sabe é que só a deputada Janaina foi grampeada e, segundo ela mesma, em 2014, na gestão anterior a Pedro Taques. Uma CPI só daria palanque negativo ao Estado, que tem muita coisa para resolver”, disse Bezerra.
“O que se sabe é que só a deputada Janaina foi grampeada e, segundo ela mesma, em 2014, na gestão anterior a Pedro Taques. Uma CPI só daria palanque negativo ao Estado, que tem muita coisa para resolver”, disse Bezerra.
Ele ponderou que os parlamentares exigiram a apuração do esquema. “Está nas mãos das autoridades policiais e do Ministério Público”, comentou.
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (DEM), concordou com o colega de que a “verdade precisa ser apurada”. O comentário refere-se às informações de que poderiam existir “grampos” em telefones de outros deputados.
“É preciso juntar provas, investigar, mas com maturidade. Fala-se que não foi no Governo Taques e aí, sim, poderiam ter outros ‘grampeados’. Mas antes da CPI tem que comprovar”, afirmou Dilmar.
Os deputados se reuniram com Pedro Taques na última segunda-feira (15). Na ocasião, o governador explicou que não teve conhecimento prévio do esquema, denunciado pelo promotor Mauro Zaque.
Na Assembleia, a proposta é de que tanto Zaque, quanto o promotor Fábio Galindo, que eram secretário e adjunto de Segurança Pública, respectivamente, sejam convocados para prestar esclarecimentos.
Os parlamentares também devem procurar o Ministério Público do Estado (MPE) e o Tribunal de Justiça para ter acesso à lista completa das pessoas que foram interceptadas pela Polícia Militar.














alexandre 17/05/2017
Pode fechar a casa de leis, 10 deputados da base grampeados fazem cara de paisagem , pode fechar e aplicar tudo em saúde..nem a lei aprovada pela AL isenção pra carro antigo o governo respeita...
1 comentários