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22 de Setembro de 2026

19 de Dezembro de 2024, 08h:10 - A | A

PODERES / AUMENTO DE 4,47%

Deputados aprovam orçamento de MT para ano que vem; Estado terá 36 bilhões para custeio e investimentos

Esse valor representa um aumento de 4,47% em comparação ao PLOA de 2024, fixado em R$ 35,060 bilhões.

Marcos Lopes ALMT

 Segundo Botelho, o Parlamento volta a se reunir no dia 8 de janeiro para votação das contas do governo e RGA dos servidores públicos.

Segundo Botelho, o Parlamento volta a se reunir no dia 8 de janeiro para votação das contas do governo e RGA dos servidores públicos.

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTERMT



O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, em sessão realizada na noite de quarta-feira (18), o Projeto de Lei 1678/2024, que estima a receita e fixa a despesa do Estado de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2025. O orçamento público estimado na Lei Orçamentária Anual é de R$ 36,6 bilhões.

Esse valor representa um aumento de 4,47% em comparação ao PLOA  de 2024, fixado em R$ 35,060 bilhões.

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Para 2025, o orçamento fiscal está previsto em R$ 25.451.178.661 bilhões, enquanto o de seguridade social representa um montante de R$ 11.176.393.567 bilhões.

De acordo com o presidente do Legislativo Estadual, deputado Eduardo Botelho (União), diversas emendas parlamentares que tinham o objetivo de remanejar orçamento para, por exemplo, construção de casas populares, foram reprovados.

Ele explicou que se todas as propostas fossem levadas em conta, o Executivo deveria remanejar mais de R$ 1 bilhão em receita.

"Infelizmente houve um acordo com a base do governo que os projetos que os deputados colocaram, seriam rejeitados todos porque se aceitasse de um teria que aceitar de todos e quando somaram tudo ia dar mais de R$ 1 bilhão de deslocamento de recurso", explicou.

Agora, segundo Botelho o Parlamento volta a se reunir no dia 8 de janeiro para votação das contas do governo e RGA dos servidores públicos.

"A LOA foi aprovada agora vamos voltar em janeiro para votar outras propostas, como o RGA dos servidores e contas do governo", finalizou.

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