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06 de Março de 2017, 17h:57 - A | A

PODERES / PROPOSTA POLÊMICA

Botelho diz que teto de gastos terá prioridade de pauta na Assembleia

O Governo tem a prerrogativa de pedir dispensa de pauta para garantir mais celeridade na votação.

RepórterMT

Presidente da Assembleia , Eduardo Botelho afirmou que nenhum parlamentar tem conhecimento profundo sobre o projeto

Presidente da Assembleia , Eduardo Botelho afirmou que nenhum parlamentar tem conhecimento profundo sobre o projeto

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), disse nesta segunda-feira (6) que o projeto de lei que limita os gastos do Governo do Estado será enviado netsa terça-feira (7) para apreciação dos deputados, que retomam os trabalhos após pausa de duas semanas.

“Estamos esperando e acredito que amanhã devemos receber o projeto, que é uma exigência do Governo Federal para abrir as negociações de ajuda aos Estados. Será uma prioridade, mas não vamos tratar nada afogadilho, a toque de caixa. Vamos seguir o trâmite normal”, afirmou Botelho.

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“Esperamos que o governo faça isso, mas não vamos acelerar para que a votação seja feita em dois ou três dias. Será tratado com prioridade, mas tudo com seu tempo e discussões amplas”, disse o presidente da Mesa.

Conforme o parlamentar, o Governo tem a prerrogativa de pedir dispensa de pauta para garantir mais celeridade na votação.

“Esperamos que o governo faça isso, mas não vamos acelerar para que a votação seja feita em dois ou três dias. Será tratado com prioridade, mas tudo com seu tempo e discussões amplas”, disse o presidente da Mesa.

Sobre o conteúdo do projeto de lei, Botelho afirmou que nenhum parlamentar tem conhecimento profundo.

“O governador Pedro Taques (PSDB) disse que vai ser nos moldes do que o Governo Federal apresentou. Então mais ou menos já sabemos o que vai ser. Deve controlar todos os gastos por pelo menos dez anos”, pontuou.

O líder do governo na Assembleia, Dilmar Dal Bosco (DEM), também confirmou o envio da proposta para esta terça-feira. Ele acredita que o governo não enfrentará dificuldades em sua aprovação, uma vez que os deputados reconhecem as dificuldades financeiras do Estado.

Conselho previdenciário

“É uma das condições para que possamos contrair outras operações de créditos”, finalizou o governador.

Pedro Taques informou que deve esperar discussão do Conselho Previdenciário, formado pelos chefes dos poderes e sindicatos, a respeito do aumento de 11% para 14% da alíquota de desconto previdenciário sobre o salário dos servidores.

“O projeto do limite de gastos vai o mais rápido para a Assembleia Legislativa. Mas o Conselho ainda não discutiu e o teto deve esperar”, afirmou o governador.

A exemplo do projeto elaborado pelo Governo Federal, a reforma da previdência deve ser incluída na proposta a ser enviada pelo Executivo Estadual. O assunto tem gerado especulações e protestos dos servidores, que não querem a mudança na alíquota.

Taques também defende a aprovação como uma forma de “salvação” para o Estado, cuja dívida com a União é de R$ 1,1 bilhão.

“É uma das condições para que possamos contrair outras operações de créditos”, finalizou o governador.

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Cleber 06/03/2017

Espero que os deputados estaduais tenham bom senso em analisar esta proposta de congelamento por 2 anos, pois tudo já subiu, e para congelar é preciso alinhar nossos salários com tudo em dias, como: RGA que ainda não foi paga o restante, URV que ainda está pendente os 11,98%. Se congelar para o Governo é bom, deve existir a contra partida do governo de MT que deverá ser exigida pelos senhores deputados. Não tem condiões humanas, congelar os salários e promoções sem alinhar... Vai chover ações na Justiça...

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1 comentários