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Apesar das investigações, para Botelho, a saída de Paulo Taques não interfere no andamento das tratativas entre governo e Legislativo
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), disse nesta sexta-feira (13) que a investigação sobre as escutas telefônicas ilegais em Mato Grosso, envolvendo o Executivo Estadual, já nasceu morta.
A apuração está sendo conduzida pela Procuradoria-Geral da República (PGR), depois que o Ministério Público Estadual (MPE) arquivou a denúncia em âmbito estadual.
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“Em minha opinião, esse é um assunto que nasce morto, porque o governador [Pedro Taques (PSDB)] agiu prontamente, agiu rápido, deu decisões certas. Ele mandou o caso para o Gaeco rapidamente. O Gaeco é que mandou arquivar, então, o governador agiu dentro dos princípios dele”, limitou-se a dizer Botelho, em entrevista à Rádio Capital.
O esquema, chamado de “barriga de aluguel”, consiste na quebra de sigilo de números de telefone de cidadãos comuns em determinada investigação, sem qualquer relação com os investigados.
“Em minha opinião, esse é um assunto que nasce morto, porque o governador [Pedro Taques (PSDB)] agiu prontamente, agiu rápido, deu decisões certas. Ele mandou o caso para o Gaeco rapidamente. O Gaeco é que mandou arquivar, então, o governador agiu dentro dos princípios dele”, limitou-se a dizer Botelho.
Em Mato Grosso, os “grampos” ilegais seriam feitos pela Polícia Militar para monitorar adversários políticos do governo, jornalistas, advogados e empresários.
Segundo informações, em meio à lista de uma investigação de tráfico de drogas, estavam apenas apelidos de integrantes de uma suposta quadrilha criminosa, porém, nesta mesma relação de pessoas, estavam números e “codinomes” de políticos, médicos, empresários, entre outros.
Sem conseguir identificar de quem se tratava cada codinome, o magistrado autorizava as escutas policiais, sem saber do esquema.
O assunto motivou a saída de Paulo Taques da Casa Civil do Estado. Taques deixou a secretaria para assumir a defesa do governador no processo referente às interceptações telefônicas clandestinas, denunciadas pelo ex-secretário de Segurança Pública do Estado, promotor Mauro Zaque, e seu adjunto, Fábio Galindo.
Para Botelho, no entanto, a saída de Taques não interfere no andamento das tratativas entre governo e Legislativo.
“Saiu um entra outro, vai ter que continuar a mesma coisa. O problema é que o Governo perde, na medida em que tinha uma pessoa que já estava alinhada. Agora, não é nada que não pode se recompor. Acho que ninguém é insubstituível. Bola pra frente. Temos que trabalhar. Não podemos ficar nessa discussão. Saiu um? Saiu, mas vamos continuar trabalhando”, afirmou o presidente da Assembleia.














Helena 15/05/2017
Botelho, você deveria se envergonhar deste posicionamento. Fica claro que você não sabe que os poderes são independentes e por isso não precisava ficar apoiando atitudes erradas do governador. Vergonhosa a sua administração!!! Não sabe que foi eleito para defender os interesses do povo e não os seus interesses. E olha que você não é do grupo dos políticos ignorantes que não tem estudo. Deveria ter discernimento do seu papel de presidente de um poder, mas não, está a serviço da pior mazela do povo brasileiro, ser mais um dos políticos corruptos.
Carlos Nunes 14/05/2017
Pode deixar que hoje o Fantástico joga a farofa no ventilador. Passou no Fantástico passou no mundo inteiro. Foi acusação de um promotor de Justiça...e vai ser investigada; os promotores não brincam em serviço, são sérios.
Bea 13/05/2017
Quanta blindagem sr. Presidente, da até mau Impressão, abra o olho, se o senhor quer continuar na casa do "povo" pare de colocar panos quentes nas burradas do governador ou vai ter o mesmo fim dele. Fica a dica.
Teka Almeida 13/05/2017
Senhor Botelho, se informe melhor. o MPE já disse que o que foi arquivado não é o mesmo que está sendo discutido, em outras palavras, a investigação contra o governo ESTÁ VIVA.
4 comentários