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11 de Março de 2020, 18h:30 - A | A

PODERES / DENÚNCIA DE EMANUEL

Assembleia vai ouvir delegados sobre suposto uso político da Defaz no próximo dia 17

O anúncio foi feito pelo presidente Eduardo Botelho (DEM), na sessão vespertina de terça-feira (10)

RepórterMT/Reprodução

Lindomar Tofoli (à esquerda) e Anderson Veiga

Lindomar Tofoli (à esquerda) e Anderson Veiga

RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO



Os delegados da Polícia Civil, Lindomar Tofoli e Anderson Veiga, foram convocados para prestarem esclarecimentos aos deputados aos deputados estaduais.

Eles foram transferidos da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) após denúncia feita pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sobre possível uso político da Defaz para prejudicá-lo.

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O anúncio foi feito pelo presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), na sessão vespertina de terça-feira (10). Ele atendeu ao requerimento feito pelo deputado Lúdio Cabral (PT) em dezembro.

Os delegados serão ouvidos durante reunião do Colégio de Líderes no próximo dia 17, às 15h. A reunião deve acontecer a portas fechadas.

Atualmente, Veiga está lotado no Núcleo de Desaparecidos da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) e Lindomar Tofoli na 3ª Delegacia de Polícia do Jardim Glória de Várzea Grande.

O prefeito Emanuel Pinheiro protocolou uma denúncia em dezembro para que seja investigado a informação de que o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Demerval, pressionou os delegados para instaurar processos investigatórios sobre uma suposta compra de votos dos vereadores para cassar o mandato do vereador Abílio Júnior.

Segundo informações, os delgados teriam sido transferidos após não terem cumprido com a determinação. 

Na épica,  o delegado-geral da PJC, Mário Dermeval negou que teria pressionado os delegados a abrir investigação contra o prefeito. Em nota, ele ainda afirmou que para investigar o prefeito – que possui prerrogativa de foro – é preciso autorização do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e, que as medidas legais foram tomadas para apurar a denúncias.

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