Karine Arruda/RepórterMT

Deputado estadual aponta que vaga na chapa do governador deve ser ocupada por sigla aliada e projeta preferência por nome feminino
DO REPÓRTERMT
O deputado estadual Júlio Campos (União) descartou a possibilidade de o senador Jayme Campos (União), que é pré-candidato ao Governo do Estado, figurar como candidato a vice-governador em uma eventual chapa encabeçada pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Segundo ele, o desenho governista para as eleições de 2026 deve seguir outro rumo na composição majoritária.
Júlio avalia que o espaço de vice na chapa de Pivetta não deve ser preenchido por membros da mesma ala familiar ou partidária, como ele próprio ou o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União). Para o deputado, a tendência é que a vaga seja destinada a uma articulação mais ampla com forças aliadas.
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A estratégia natural para fortalecer a candidatura majoritária envolve a abertura de espaço para outras siglas que dão sustentação ao projeto político do grupo.
"Não tem espaço para isso. Eu acho que o vice de Pivetta dificilmente [será o Jayme]. A chance de ser um Jayme Campos, um Júlio Campos ou um Dilmar Dal Bosco é difícil. Eu acho que poderia ser [outro perfil], até porque ele [Pivetta] gostaria, em princípio, de que fosse uma mulher e de outro partido aliado", declarou Júlio Campos.
Dessa forma, o parlamentar afasta as especulações sobre um recuo de Jayme para compor como vice de Pivetta, bem como os rumores de uma candidatura à reeleição ao Senado nesses moldes, sinalizando que o União Brasil deve buscar a consolidação da candidatura própria ao Governo de Mato Grosso.
O rumor começou a ser ventilado após Pivetta anunciar que se reuniu com Jayme no último sábado (11). O governador confirmou que o encontro foi uma tentativa direta de costurar uma aproximação de olho nas formação da chapa à majoritária.
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