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29 de Setembro de 2026, 11h:40 - A | A

PAPO RETO / VIRALIZOU

Influencer: Wellington é melancia e esteve com Dilma e Lula; Natasha faz o L com força

Reprodução

Paulo Souza tem milhões de seguidores e um diálogo consistente com cidadãos posicionados politicamente à direita.

Paulo Souza tem milhões de seguidores e um diálogo consistente com cidadãos posicionados politicamente à direita.

DO REPÓRTERMT



O influencer de direita, Paulo Souza, publicou um vídeo em suas redes classificando o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que disputa a reeleição, como o único candidato “realmente de direita em Mato Grosso” devido aos seus princípios políticos.

Na gravação, o influencer rechaçou as candidaturas a Governo do Estado de Wellington Fagundes (PL) e Natasha Slhessarenko (PSD). Ele disse que ambos tentam “pegar carona com trabalho bem-feito".

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“No Mato Grosso ficou fácil para a direita perceber quem está querendo pegar carona com trabalho bem-feito, deixado por outra pessoa, e quem realmente representa os valores e princípios dessa causa desde que era prefeito de Lucas do Rio Verde. O governador, realmente de direita em MT, é Otaviano Pivetta”, avaliou.

O influencer também citou o apoio do ex-governador e candidato a senador, Mauro Mendes, à reeleição de Pivetta. Ele avaliou que ambos “consertaram Mato Grosso” após prejuízos causados por gestões anteriores. A parceria com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também foi destacada.

Ao descrever o perfil político, ele pontuou que Pivetta, ao ser prefeito em Lucas do Rio Verde, formou a cidade com maior desenvolvimento do Brasil.

“Quem conhece Wellington, não vota”

No vídeo, Paulo avaliou os adversários de Pivetta na disputa pelo Governo do Estado. Ele classificou o senador Wellington Fagundes (PL) como um candidato de “esquerda disfarçada” que, anteriormente, se aliou ao presidente Lula (PT) e à ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Além disso, acusou o parlamentar de exercer influência sobre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) até ser afastado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2019.

O influencer lembrou o apelido de “melancia” sobre Wellington. Esse termo é popularmente usado para referenciar candidatos que aproveitam dos eleitores de direita para ganhar votos, mas discretamente apoiam os valores políticos defendidos pela esquerda.

“Do outro lado, temos o Wellington, que é uma esquerda disfarçada. Wellington, conhecido como melancia, está no Congresso há quase 40 anos e esteve junto com Lula e Dilma em todos os seus mandatos. Tinha forte influência no Dnit até que o presidente Bolsonaro foi eleito e tirou ele fora. Foi só aí que Mauro, Pivetta, Tarcísio e Bolsonaro conseguiram resolver o problema da BR-163, que se arrastava enquanto Wellington mandava lá.”, contou.

Outro ponto observado por Paulo é que Wellington disputou duas vezes como prefeito de Rondonópolis, em 2000 e 2004, mas foi derrotado nos dois pleitos. Ele atribuiu isso à má reputação do senador.

“O Wellington tentou ser prefeito da sua cidade várias vezes, mas o povo de Rondonópolis nunca quis ele no Executivo, afinal, a fama dele como político não é das melhores. Dizem por lá que, quem conhece Wellington, não vota no Wellington”, relatou.

Por fim, Paulo considerou que Wellington se aliou à “velha política” em Mato Grosso. Ele citou antigas lideranças que foram condenadas por corrupção e são juridicamente consideradas “ficha-suja”.

“Fenômeno Lulinha no Mato Grosso”

Ao avaliar a médica Natasha Slhessarenko (PSD), Paulo questionou a transparência dela em relação ao serviço público. Ela é professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e proprietária de dez empresas. Ele a classificou como “fenômeno Lulinha no Mato Grosso”.

O termo faz referência a Lulinha, filho do presidente Lula, porque ele era proprietário de empresas que recebiam dinheiro público. Esses empreendimentos se tornaram alvo de investigações sobre favorecimento parental com recursos do governo.

“Natasha é funcionária pública e grande empresária ao mesmo tempo, o que é bem curioso, porque o contrato dela com a UFMT, que está no Portal da Transparência, mostra que ela deveria trabalhar em período integral, oito horas por dia, todos os dias da semana. Pelo jeito, faz tempo que ninguém vê ela por lá. Onde é que ela acha tempo para ser funcionária pública em tempo integral e ser dona de quase dez empresas? É o fenômeno Lulinha no Mato Grosso”, comparou.

Paulo completa dizendo que Natasha “faz o L com força” e a comparou com mãe dela, ex-senadora Serys Slhessarenko, pela atuação ligada à esquerda.

 Veja o vídeo:

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