DA REDAÇÃO
O Governo do Estado emitiu nota, nesta terça-feira (8), afirmando que não tem dívidas com hospitais filantrópicos.
O comunicado emitido após a suspensão de serviços em unidades de Cuiabá e Rondonópolis, explica que o Governo faz repasses às prefeituras em questão, e que estas custeiam serviços em unidades filantrópicas, portanto não há o vínculo com o Estado.
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Conforme a nota, entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2017 foram repassados, como medida emergencial, pelo Estado às unidades filantrópicas, R$ 7,5 milhões.
A nota explica que em reunião no dia 18 de julho, o governador Pedro Taques (PSDB) teria deixado claro aos dirigentes dos hospitais filantrópicos, que sem dinheiro novo, o Estado não tinha condições de continuar com o auxílio financeiro, diante da crise econômica e da escassez de recursos.
Confira nota na íntegra
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), apoia financeiramente as prefeituras de Cuiabá e de Rondonópolis com repasses financeiros, que são usados pelas secretarias municipais de Saúde para o custeio de serviços médicos, incluindo aqueles contratados junto aos hospitais filantrópicos. Portanto, com os hospitais filantrópicos não existe diretamente nenhum contrato e nenhuma dívida como foi divulgado.
No final de 2016, diante das dificuldades financeiras enfrentadas pelos hospitais filantrópicos, o governador Pedro Taques autorizou um repasse emergencial para os hospitais durante três meses. Conforme portaria assinada foram repassados R$ 2,5 milhões nos meses de dezembro de 2016, em janeiro e fevereiro de 2017, totalizando um repasse de R$ 7,5 milhões.
O valor mensal era para ser dividido entre a Santa Casa de Rondonópolis, e mais os hospitais de Cuiabá: Santa Casa, Santa Helena, HGU e Hospital do Câncer. Entretanto, a intenção dos representantes filantrópicos é que o governo do Estado continuasse com a ajuda financeira pelos meses seguintes.
No dia 18 de julho dirigentes dos hospitais filantrópicos se reuniram com o governador Pedro Taques e representantes da SES para falar sobre as dívidas dos hospitais. Na reunião, foi explicado que, sem dinheiro novo, o Estado não tinha condições de continuar com o auxílio financeiro, diante da crise econômica e da escassez de recursos.















