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Segundo a reportagem publicada pelo jornal Diário de Cuiabá, nesta sexta, cinco famílias que tiveram seus imóveis desapropriados ainda permanecem morando no morro do Despraiado, na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.
DA REDAÇÃO
A obra de contenção no morro do Despraiado era pra ter sido concluída no dia 26 de novembro, quarta-feira. Até esta sexta-feira (28), pela manhã, o serviço não havia terminado e pelo que se vê, deve ficar pronta somente no ano que vem.
De acordo com o contrato da Secopa com a PPO Pavimentação e Obras Ltda., o prazo de entrega da obra é de 60 dias. A empresa vai abocanhar quase R$ 2 milhões (R$ 1.956.446,43) pelo serviço.
De acordo com a assessoria de imprensa da Secopa, o valor será pago gradualmente conforme a medição da obra, somente mediante a apresentação dos avanços das obras, o valor começa a ser pago. De acordo com a publicação do Diário Oficial o contrato terá 120 dias de vigência.
Segundo a reportagem publicada pelo jornal Diário de Cuiabá, nesta sexta, cinco famílias que tiveram seus imóveis desapropriados ainda permanecem morando no morro do Despraiado, na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.
Segundo o DC, apesar de notificadas para deixarem suas casas, elas aguardam receber, em mãos, o pagamento da indenização depositado judicialmente, em setembro passado, pela Secretaria Extraordinária para a Copa (Secopa). Enquanto isso, a obra de contenção da encosta segue, mas a sua continuidade depende da demolição das cinco casas restantes.
“A nossa revolta é grande por que a justiça não libera o dinheiro. Já entregamos todos os documentos e o juiz não assina a liberação do dinheiro que é uma mixaria. É muito pouco”, criticou a aposentada Evaldina da Silva, de 66 anos.
De acordo com a reportagem, desde o início desta semana, as cinco famílias têm sido notificadas para deixaram os imóveis imediatamente. Elas, no entanto, dizem que só saem após o recebimento do valor pago pela desapropriação. A não liberação da verba estaria na falta da apresentação de toda a documentação de titularidade dos imóveis.
Ao todo, 10 casas localizadas no topo da encosta, na Rua Xavantes, no bairro Santa Helena, foram condenadas pela Defesa Civil devido a um desmoronamento de terra ocorrido há um ano provocado por intensa chuva.
DESMORONAMENTO
O morro do Despraiado sofreu um desmoronamento no dia 12 de novembro, após uma forte chuva em Cuiabá. Dias após o ocorrido, o governador Silval Barbosa (PMDB) anunciou que as obras no local já seriam iniciadas com a construção de um muro de gabião, que permite o escoamento da água e evita novos desmoronamentos.
PISTA INTERDITADA
Há mais de oito meses uma pista da avenida Migue Sutil, no trecho próximo ao morro, permanece interditada, a medida é para isolar a área e evitar que um novo desmoronamento posso causar uma tragédia no transito. Ainda não há previsão para a liberação total da via.
O morro apresentou problemas com a construção o viaduto do Despraiado e, desde então, vários prazos e desculpas foram dados, a obra segue sem definição. O local emporcalha a única obra viária pronta e entregue em Cuiabá, o Viaduto do Despraiado.















Logrado 28/11/2014
Os fornecedores da trincheira jurumirim ainda não receberam do consórcio. A primeira parcela do acordo foi paga para não haver obstrução na inauguração da obra, agora que esta inaugurada "picas" para os restos a pagar da gente!!
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