DA REDAÇÃO
Os executivos do Grupo Galvão que é responsável por várias empresas espalhadas pelo país, entre elas a CAB Cuiabá, foram condenados a até treze anos e dois meses de prisão pelo O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da “Operação Lava Jato”, que investiga um amplo sistema criminoso de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na estatal Petrobrás.
O magistrado impôs treze anos e dois meses de prisão a Dario de Queiroz Galvão Filho, doze anos e cinco meses a Erton Medeiros Fonseca e onze anos e oito meses de reclusão a Jean Alberto Luscher Castro.
Dois delatores do esquema de corrupção instalado na Petrobras entre 2004 e 2014 também foram condenados, mas terão as penas ajustadas de acordo com as condições previstas nos termos de colaboração: o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa pegou cinco anos e cinco meses de reclusão, por corrupção, e o doleiro Alberto Youssef, por corrupção e lavagem de dinheiro, treze anos e oito meses.
O magistrado impôs treze anos e dois meses de prisão a Dario de Queiroz Galvão Filho, doze anos e cinco meses a Erton Medeiros Fonseca e onze anos e oito meses de reclusão a Jean Alberto Luscher Castro.
O juiz impôs também uma indenização superior a R$ 5 milhões aos acusados.
"Fixo em R$ 5.512.430,00 o valor mínimo necessário para indenização dos danos decorrentes dos crimes, a serem pagos à Petrobras, o que corresponde ao montante pago em propina à Diretoria de Abastecimento e que, incluído como custo das obras no contrato, foi suportado pela Petrobras. O valor deverá ser corrigido monetariamente até o pagamento. Os condenados respondem na medida de sua participação nos delitos, segundo detalhes constantes na fundamentação e dispositivo", determinou Moro.
RECUPERAÇÃO JUDICIAL
A CAB Cuiabá, responsável pelo abastecimento de água e esgoto da capital, está dentro do processo de recuperação judicial e deve ir a leilão no próximo dia 10 de dezembro no Rio de Janeiro, assim como outras empresas ligadas ao grupo Galvão.
O prefeito Mauro Mendes (PSB) já avisou que caso a venda não ocorra irá intervir na concessionária de água e esgoto por não cumprir o que determina o contrato assinado na gestão do ex-prefeito Chico Galindo (PTB). (Com informações do site UOL).









