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31 de Dezembro de 2018, 10h:48 - A | A

GERAL / TIRO NA CABEÇA

Viúva de PM morto diz que militar cometeu suicídio; 'Não foi disparo acidental'

O RepórterMT havia apurado que Mikael Rezende brincava com uma pistola quando disparou acidentalmente contra a própria cabeça. Viúva nega.

RepórterMT/Reprodução

Mikael Martos era natural de Londrina no Paraná. Atuava desde 2011 na 3ª CIA de Polícia Militar de Confresa

Mikael Martos era natural de Londrina no Paraná. Atuava desde 2011 na 3ª CIA de Polícia Militar de Confresa

MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO



A viúva do policial militar Mikael Martos de Rezende, 34 anos, Jacilene Moura, decidiu esclarecer porque e como seu marido, cometeu suicídio durante a confraternização na casa de amigos, no último dia 17 deste mês, na cidade de Confresa (1.160 km de Cuiabá).

Apesar de informações preliminares terem apontado o suicídio, no dia do fato, a reportagem apurou com um policial do Batalhão de Confresa, que Mikael tinha bebido e que o disparo tinha sido acidental no momento em que a vítima brincava com a arma (veja aqui).

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Na verdade, segundo a viúva, não se tratou de um disparo acidental e sim de suicídio. Declarou, ainda, que o PM havia ingerido pouca bebida alcoólica naquele dia, diferente do informado na primeira reportagem.

Conforme Jacilene, cinco minutos antes do ocorrido, o militar disse que estava decidido a tirar a própria vida. “Ele falou que já não aguentava mais viver”, explicou.

Num primeiro momento, ela e um amigo conversaram com Mikael que, aparentemente, tinha desistido da ideia. Mas Jacilene ressalta que em seguida o marido teve um impulso e atirou contra a própria cabeça.

A ação, segundo a esposa, foi muito rápida e “impossível de ser evitada”. Todo o fato foi presenciado pelo amigo que na hora estava do lado do policial.

Jacilene acrescentou que no dia da reportagem estava em viagem e não pôde entrar em contato com a redação do  para relatar o caso. E que mesmo após 14 dias do fato decidiu falar sobre o assunto para esclarecer o episódio por causa da repercussão da notícia.

Mikael era natural de Londrina no Paraná. Ele atuava desde 2011 na 3ª CIA de Polícia Militar de Confresa.

 

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