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27 de Maio de 2016, 07h:40 - A | A

GERAL / "LEGADO DA COPA"

Trincheira Santa Rosa funciona só com meia pista

Quem dirige sentido Centro, tem dificuldade com o fluxo do trânsito, que fica lento ao chegar no afunilamento da via.

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Via está interditada por

Via está interditada por "gelos baianos" e pedaços de madeira.

CELLY SILVA
DA REDAÇÃO



Quem passa diariamente pela trincheira Santa Rosa, principalmente em horário de pico, tem sofrido com o caos por conta da interdição de metade da pista que vai para o sentido Centro.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secid, a obra está parada porque a empresa Camargo Campos está com pendências jurídicas e administrativas, pois faltam certidões de regularidade fiscal, tributária e trabalhista.

Prevista para ficar pronta junto com o pacote de obras para a Copa do Mundo de 214, esta não é a primeira vez que há atraso na obra. Em março, a Secretaria de Estado de Cidades (Secid), após firmar Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) com a empresa Camargo Campos, responsável pela obra, e o Tribunal de Contas do Estado (TCE), chegou a emitir a ordem de serviço e a empresa voltou aos trabalhos no local, mas, por falta de garantia contratual, a obra foi novamente paralisada.

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De acordo com a assessoria de imprensa da Secid, a obra está parada porque a empresa Camargo Campos está com pendências jurídicas e administrativas, pois faltam certidões de regularidade fiscal, tributária e trabalhista. A não apresentação desses documentos inviabiliza o pagamento de medições ainda pendentes e fere o acordo firmado com o TCE.  

Por conta de todos esses entraves, a obra foi novamente interrompida e a Secid deu início, neste mês, ao processo de rescisão do contrato com a empresa Camargo Campos. A decisão foi tomada pelo secretário Eduardo Chiletto, que se reuniu, diversas vezes, com a empresa antes de iniciar o processo de rescisão, além de notifica-la e aplicar multas pelo não cumprimento do cronograma de execução.

“A população não pode ser penalizada pela irresponsabilidade e falta de compromisso das construtoras. Foram firmados Termos de Ajustamento de Gestão, que definiram claramente as obrigações das partes integrantes. Como estes não estão sendo cumpridos, o Estado está tomando as medidas administrativas adequadas", reforçou Chiletto.

A partir de agora, a empresa deve apresentar sua defesa, caso tenha interesse em continuar com a obra. Até que todo o processo burocrático se desenrole, a população terá que conviver com a lentidão no trânsito na Avenida Miguel Sutil. 

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