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24 de Dezembro de 2017, 11h:04 - A | A

GERAL / NOVELA DO VLT

Novo projeto deve excluir trincheira e simplificar estações para economizar

A nova licitação do modal deve ser lançada no mês de março. O Governo prevê uma série de alterações para reduzir os custos.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O procurador-geral do Estado (PGE), Rogério Gallo disse, na manhã desta sexta-feira (22), que o Governo do Estado tem trabalhado para alterar o projeto inacabado do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande, para reduzir gastos com a obra até então avaliada em R$ 1,2 bilhão.

“Serão reduzidos escopos de obras como uma trincheira que, talvez, não seja mais necessário construir. Então, haverá uma revisão dos projetos para que também haja um ganho de economia na execução do VLT”, revelou o procurador-geral.

Uma das possibilidades que está sendo estuda no ‘novo projeto’ do VLT será a exclusão da trincheira Luiz Felipe, que seria construída na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, mais conhecida como Avenida do CPA. As estaç~eos a serem construídas também devem ser mais simples, do que as previstas no projeto anterior.

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“Serão reduzidos escopos de obras como uma trincheira que, talvez, não seja mais necessário construir. Então, haverá uma revisão dos projetos para que também haja um ganho de economia na execução do VLT”, revelou o procurador-geral.

Porém, Gallo afirma que apesar das alterações em análise, o Governo não permitirá a redução do traçado do modal, ou seja, permanece em sua totalidade a linha que liga o Aeroporto em Várzea Grande ao Comando-Geral da Polícia Militar, na região da Grande CPA.

“[As alterações] ocorrem sem perda do traçado, ou seja, 21 quilômetros estão preservados, porém algumas obras de arte terão realmente que ser revistas”, respondeu.

Em relação à nova licitação, sob o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), o procurador-geral afirma que a previsão para  publicação do certame é o mês de março.

“O contrato foi rescindido e, agora, vamos partir para uma nova licitação, inclusive, os estudos estão sendo formulados. Esperamos lançar a fase pública a partir de março de 2018 com os estudos estiverem concluídos”, declarou.

Gallo também explica que há preocupação com os empréstimos já firmados porque o Ministério das Cidades deu garantia de que os recursos estão mantidos, mesmo com a mudança da empresa que irá construir o VLT em Mato Grosso. Somente na Caixa Econômica Federal, são cerca de R$ 200 milhões garantidos e suficientes para executar boa parte do contrato.

“A rigor não. O que muda é o contrato que está na Caixa Econômica firmado com o Consórcio VLT. Neste caso é somente fazer um aditivo no contrato de empréstimo que está na Caixa Econômica, no total de quase R$ 200 milhões, transferindo a execução desse novo contrato. Então não se perde esses recursos e essa é a garantia, inclusive, do Ministério das Cidades deu ao governador”, ressaltou Rogério Gallo.

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Carlos Nunes 24/12/2017

Traduzindo tudo isso em miúdos pra gente entender, senão a gente não entende bulhufas... VLT agora? É só obra eleitoreira pra tentar ganhar votos. Não tem mais tempo pra nada. Esse Governo já tá na reta final. Abrir Cuiabá agora? Abrir uma cidade não é brincadeira, é coisa séria.

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