DA REDAÇÃO
Em um esforço concentrado do Governo do Estado, Secretaria de Estado de Saúde (SES) e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), foi pago no período de três dias, de 24 a 26 de maio, o valor de R$ 67 milhões para diversos serviços de saúde.
Somente nesta sexta-feira, dia 26, foi pago o montante de R$ 22 milhões. Os recursos são de fonte própria do Governo e fazem parte do total de R$ 162 milhões previstos para serem destinados até a primeira semana de junho.
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De acordo com o secretário estadual de Saúde, Luiz Soares, na próxima semana a previsão é fazer pagamentos no valor de R$ 13 milhões. “Nesta semana, após reuniões com o governador Pedro Taques e equipe econômica e com o acompanhamento de deputados estaduais, conseguimos regularizar grande parte de dívidas com diferentes serviços, entre os quais estão pagamentos para os hospitais de Colíder e Sorriso, para a farmácia de alto custo, para a atenção básica que é o fundo a fundo entre o Estado e municípios, aos consórcios regionais de saúde relativos ao mês de março, para os serviços de UTI das entidades filantrópicas, além de pagamento parcial para o serviço de Home Car”, explicou Luiz Soares.
O secretário destacou o empenho do Executivo e do Legislativo em buscar solução para regularizar esses pagamentos e reafirmou o compromisso do Governo em tratar com prioridade e responsabilidade a saúde pública. Soares tranquiliza o setor ressaltando que o Governo está atento aos fatos e a realidade, e não tem medido esforços para colocar em dia os repasses financeiros aos municípios e aos prestadores de serviços à população.
Por fim, ressaltou que o Estado reconhece que é preciso preservar os direitos do cidadão de ter o acesso aos serviços de saúde, mas, lembrou que esse é um dever de todos, para isso é preciso a colaboração dos setores envolvidos.















bobo bobo cheira cheira 27/05/2017
Gente que situação esquisita, pois se tinha o dinheiro por que demorou tanto para efetivar os repasses? Esperaram os próprios servidores dos hospitais se indignarem com a situação caótica para solucionar o parcialmente o problema. Basta diminuir as verbas das propagandas que tem cunho eleitoral, visando a reeleição do Governador, e não haverá mais situações humilhantes como as que temos visto.
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