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25 de Setembro de 2026

18 de Fevereiro de 2025, 14h:03 - A | A

GERAL / EM CAMPO GRANDE

Estudante de medicina chora ao ouvir decisão de prisão após atropelar e matar corredora

Danielle treinava para uma maratona com um grupo de corrida neste fim de semana

Alice Assis

Ele estava embriagado quando dirigia o carro e acabou atropelando Danielle, que treinava para uma maratona com um grupo, na MS-010.

Ele estava embriagado quando dirigia o carro e acabou atropelando Danielle, que treinava para uma maratona com um grupo, na MS-010.

MIDIAMAX



Vídeo da audiência de custódia neste domingo (16), em Campo Grande, mostra o estudante de medicina aos prantos ao ouvir a decisão do juiz Aluísio Pereira dos Santos, que decretou a prisão preventiva do rapaz pela morte da corredora Danielle Correa de Oliveira, de 41 anos, após ser atropelada pelo universitário.

Nas imagens é possível ver João Vitor Vilela de cabeça baixa e quando ouve a decisão do juiz vai aos prantos. Ele estava embriagado quando dirigia o carro e acabou atropelando Danielle, que treinava para uma maratona com um grupo, na MS-010.

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João se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas era visível seu estado de embriaguez. O estudante utilizava uma pulseira de uma casa noturna localizada na Avenida Afonso Pena e, dentro do veículo, foram encontradas latas e garrafas de cerveja.

Motorista desorientado

A publicitária Gisele Dias praticava corrida com a vítima, e estava no grupo que treinava na manhã de sábado (15).

“Ele (o motorista embriagado) falava que estava indo para a casa dele, falava que morava em Campo Grande, outra hora ele falava que morava perto da Santa Casa, outra hora falava que morava perto do shopping, e a gente estava indo a Rochedo, estávamos a 7 km de Campo Grande”, detalha a atleta.

“Ele (o motorista) estava muito distante de onde ele pensava que ele estava indo, totalmente sem noção de qualquer coisa”, completa Gisele.

“As leis são brandas, foi um homicídio, ele estava embriagado, então a lei precisa ser revista”, defende a atleta.

“Não deveriam ser só crimes hediondos que deveriam ser inafiançáveis. Isso foi um crime hediondo, gente, precisa ser revisto isso. Não dá para a pessoa deliberadamente se embriagar, pegar o carro, sair, atropelar uma pessoa, matar uma pessoa, depois voltar para casa e seguir a vida dele. O rapaz, ele estava extremamente embriagado”, desabafou.

 

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