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14 de Fevereiro de 2018, 17h:20 - A | A

GERAL / ATENTADO NA UPA

Emanuel aponta falhas do Estado e diz que tiroteio foi tragédia anunciada

Em coletiva sobre o ataque de bandidos para resgatar um preso na Upa, o prefeito destacou que a Segurança Pública é de responsabilidade do Governo do Estado.

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O prefeito Emanuel Pinheiro diz que a responsabilidade de manter a Segurança Pública é do Estado.

O prefeito Emanuel Pinheiro diz que a responsabilidade de manter a Segurança Pública é do Estado.

CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO



O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB) denominou como uma “tragédia anunciada”, o caso da tentativa de resgate de um preso na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em que cinco pessoas ficaram feridas, devido ao tiroteio na terça-feira (13).

“Temos a necessidade de esclarecer, porque não é jogar pedra, mas precisamos colocar os pingos nos is e separar o joio do trigo”, justificou Emanuel Pinheiro.

Em coletiva na tarde dessa quarta-feira (14), o prefeito destacou que a Segurança Pública é de responsabilidade do Governo do Estado.

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“Temos a necessidade de esclarecer, porque não é jogar pedra, mas precisamos colocar os pingos nos is e separar o joio do trigo”, justificou Emanuel Pinheiro.

Aos jornalistas, Emanuel declarou que houve imprudência por parte da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, já que a Secretaria de Saúde ou direção da UPA não foram comunicadas sobre o preso que estava sendo levado para atendimento na unidade, o que infringe o procedimento padrão para garantir a segurança de pacientes e servidores.

"Procedimento padrão deve ser respeitado à risca para deslocamento de presos, incluindo casos de atendimento de saúde”, asseverou.

“Existe todo o procedimento de segurança para deslocamento de reeducando. Procedimento padrão deve ser respeitado à risca para deslocamento de presos, incluindo casos de atendimento de saúde”, asseverou.

Ainda segundo o prefeito, a equipe médica não viu nenhuma patologia clínica e necessidade de deslocamento do reeducando do sistema penitenciário.

Ao , o secretário de Segurança Pública, Gustavo Garcia afirmou que o Governo trata o caso como prioridade para identificar os autores do atentado.

Ele considerou o fato gravíssimo já que outras pessoas poderiam ter sido feridas e mortes registradas.

Estado das vítimas

O bebê de seis meses, tingido por dois tiros, sendo um na mão e um no abdômen, e a mulher de 33 anos, atingida por um tiro no tórax, durante tiroteio, continuam em estado grave. Ambos passaram por cirurgias e estão internados em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), no Pronto-Socorro de Cuiabá.

Conforme informações da secretária municipal de Saúde, Elizeth Araújo, a bala que atingiu a barriga do bebê se alojounas costas dele.

A situação da mulher é mais preocupante. Ela teve um trauma torácico, passou por um procedimento, fez a drenagem do tórax.

A mãe da criança foi atingida por um tiro no braço esquerdo e está bem fisicamente, porém, extremamente abalada com o atentado.

O agente penitenciário, atingido por tiro na coxa, passou por cirurgia e está sob a supervisão de uma equipe de cirurgia vascular.

A última vítima, uma enfermeira da UPA, atingida na perna, recebeu alta médica e se recupera em casa.

O caso

O crime aconteceu no início da noite de terça-feira (13) quando dois bandidos invadiram a UPA para resgatar um preso.

Eles teriam feito uma mulher refém, contudo, os agentes penitenciários, que faziam a escolta do preso, em rápida ação evitaram o resgate. 

Houve troca de tiros, resultando nos cinco feridos. Cápsulas de projéteis de armas de fogo foram recolhidas no local e serão encaminhadas à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que também esteve no local realizando a coleta de vestígios para auxiliar nas investigações da Polícia Civil.

Os criminosos fugiram e as Polícias Civil e Militar trabalham para identificar e prendê-los.

O preso, José Edmilson está detido no Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC) e responde por homicídios e não foi resgatado.

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LUCIANO FERREIRA SILVA 15/02/2018

Fazer politicagem através da desgraça alheia é o jeito mais baixo de fazer política , afinal por duas décadas foi deputado estadual e não trabalhou um minuto sequer para melhorias no sistema penitenciário , essa é a diferença do político que faz de tudo discurso para ganhar votos e de um gestor que constrói soluções e trabalha para o bem da população

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1 comentários