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01 de Janeiro de 2022, 17h:12 - A | A

GERAL / VEJA VÍDEO

Deputados federais pedem que Mauro negocie com policiais penais

Os policiais penais estão em greve desde o dia 16 de dezembro, cobrando equiparação salarial com as outras forças de segurança.

Assessoria

Policiais penais estão em greve desde 16 de dezembro

Policiais penais estão em greve desde 16 de dezembro

DA REDAÇÃO



A paralisação dos policiais penais de Mato Grosso já repercute nacionalmente. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara Federal, deputada Bia Kicis (PSL-DF), e o presidente da Frente Parlamentar Mista de Reestruturação do Sistema Penitenciário, deputado federal Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM), gravaram vídeo em que pedem ao governador Mauro Mendes (DEM) que receba a categoria para negociação.

A reunião em Brasília teve a participação do Secretário Geral do (Sindspen-MT), Lucivaldo Vieira, e do Presidente da Federação Sindical Nacional de Servidores Penitenciários (Fenaspen), Fernando Anunciação.

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Na gravação, o deputado Capitão Alberto defende que policiais penais sejam valorizados. “Solicitamos ao governador que reveja essas negociações. Não há segurança pública de qualidade sem a polícia penal para colocar ordem no sistema penitenciário”, defendeu.

A presidente do CCJ, deputada Bia Kicis, pediu valorização dos profissionais e disse levar um susto ao ver o “contra-cheque dos servidores”. “Neste momento de negociação deixo aqui meu apoio aos policiais penais de Mato Grosso e a todos do país”, endossou.

Veja o vídeo:

 

A greve

Os policiais penais estão em greve desde o dia 16 de dezembro, cobrando equiparação salarial com as outras forças de segurança. Os policiais suspenderam a entrada de novos presos nas penitenciárias e cadeias do Estado e proibiram que os reeducandos recebam visitas.

Na tentativa de frear o movimento, a Justiça de Mato Grosso decretou a ilegalidade do movimento e estabeleceu multa diária de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento.

No entanto, a greve continuou e, na semana passada, Pedro Sakamoto determinou o afastamento de Amauri da presidência do Sindspen e estabeleceu multa diária de R$ 200 mil em caso de descumprimento.

A categoria afirma não ter sido notificada para suspender a greve e, por causa disso, no domingo (26) o desembargador dispensou intimação e pediu o bloqueio imediato das contas da entidade e de seus dirigentes.

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