DA REDAÇÃO
O processo que desescadeou a quinta fase da Operação Sodoma em MT e que levou para a cadeia o ex-secretário de administração do Estado, atual procurador-geral da Câmara de Cuiabá, advogado Francisco Faiad, aponta que o então secretário, recebia propina no próprio escritório de advocacia.
No total, diz o inquérito do Ministério Público, Faiad recebeu R$ 192 mil das empresas investigadas na Operação Sodoma 5, Marmeleiro Auto Posto e Saga.
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Segundo a investigação, o esquema teria desviado dos cofres públicos cerca de R$ 8 milhões. Faiad, segundo o MPE, aderiu ao esquema criminoso do governo anterior de forma plena, depois da saída da SAD do então secretário Cézar Zílio, também preso e réu da Sodoma.
























