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Tribunal de Contas do Estado vê a maioria do colegiado cair em investigação de fraudes e desvios.
DO REPÓRTERMT
A Operação Tomada de Contas, deflagrada pela Polícia Federal (PF) com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), provocou um colapso histórico na composição do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).
Com a decretação da prisão preventiva do presidente Sérgio Ricardo e o afastamento de quatro conselheiros titulares e aposentados por ordem da Corte Especial, a cúpula da Corte de Contas foi praticamente desmantelada, restando apenas um grupo reduzido de membros.
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Quem caiu na operação
Sérgio Ricardo de Almeida (Presidente): Teve a prisão preventiva decretada e foi afastado do comando da instituição.
Guilherme Antônio Maluf (Corregedor-Geral): Alvo de medidas cautelares, com passaporte retido, proibição de pisar no TCE-MT e afastamento das funções.
José Carlos Novelli (Conselheiro): Afastado do cargo, proibido de acessar o tribunal e com restrições severas de bens.
Alisson Carvalho de Alencar (Conselheiro): Também alvo de afastamento e bloqueios patrimoniais determinados pelo STJ.
Valter Albano da Silva (Conselheiro aposentado): Incluído no rol de investigados alvos de medidas cautelares severas.
Quem sobrou na ativa
O colegiado titular ficou reduzido a apenas três conselheiros que não constam entre os alvos de prisões ou afastamentos cautelares nesta fase da Operação Tomada de Contas: Waldir Júlio Teis (Vice-presidente); Antonio Joaquim (Ouvidor-geral) e Campos Neto (Conselheiro)
A situação gera um desafio institucional sem precedentes para a continuidade das votações, julgamentos de contas e sessões do Pleno da Corte. Para tentar se reorganizar, foram suspensos o expediente e os prazos processuais desta quinta-feira (29), bem como a sessão plenária prevista para a próxima terça-feira (3), para fins de organização processual.























