DA REDAÇÃO
Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, afirmou que há uma resistência médica muito grande para distribuição do kit covid na Capital. Ele revelou que os próprios médicos que fazem parte do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus na Capital são contra.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
“Acham que são medidas que não há um consenso mundial, medidas não recomendadas pela ciência e que podem ter efeito colateral. Existe muita polêmica e precisamos entrar num consenso. Eu quero tomar as decisões que protejam e salvem a vida das pessoas, mas não causando efeitos colaterais que podem resultar na morte por outra doença”.
Mas o prefeito destacou que é necessário adotar medidas para tratamento inicial dos pacientes com covid-19 e que ainda está debatendo com o comitê a distribuição dos kits.
“Se esse é um mecanismo que está dando certo várias cidades, porque não fazer com toda a segurança aqui em Cuiabá? Mas é algo que ainda estamos estudando”.
O kit covid, como vem sendo distribuído em vários municípios, é composto por azitromicina, ivermectina e hidroxicloroquina. Entretanto, só são entregues para pacientes que passaram por consulta médica, por exames, e com prescrição do médico.














Teodoro da Silva Junior 23/06/2020
Essa confissão do prefeito nos deixa muito preocupados, porque mostra em mãos de qual Comitê estamos. Aposto que a maioria dos médicos, membros do citado comitê, estão tomando individualmente a Ivermectina para obter proteção pessoal e outros medicamentos do kit. Sabem que apenas em Cuiabá, e em poucas outras cidades, está ocorrendo esse posicionamento político e puritano de médicos que estão esperando pesquisas e validação da OMS enquanto o povo morre? Prefeito, tá na hora de "dar um murro na mesa" e parar de ouvir babaquice que prejudica o nosso povo. Agora descobri porque as mortes se aceleraram em nossa capital.
Wilson 23/06/2020
Bom dia , leia sobre esta médica brasileira que atua na linha de frente no combate ao Covid-19 na Espanha, e os protocolos utilizados durante a pandemia. Dra. Marina Bucar https://instagram.com/dramarinabucar?igshid=1flqi5uyxz9do
Wilson 23/06/2020
Bom dia , leia sobre esta médica brasileira que atua na linha de frente no combate ao Covid-19 na Espanha, e os protocolos utilizados durante a pandemia. Dra. Marina Bucar https://instagram.com/dramarinabucar?igshid=1flqi5uyxz9do
Carlos Rodrigues 22/06/2020
Concordo plenamente com o comentário do cidadão Mário. É isso mesmo.
Mário 22/06/2020
Nada contra o uso alternativo de medicamentos, ainda que sem prova científica. Mas isso deve ficar claro para os cidadãos, para o povo não sair por aí achando que tomou ivermectina preventivamente e já poderá ir para balada, como se tivesse tomado vacina. Ou tomou cloroquina nos primeiros sintomas, está salvo. Aliás, deveriam fazer um matéria com famílias de pessoas que foram a óbito ou pararam na UTI e verão quantas tomaram, por exemplo, cloroquina nos primeiros sintomas. Conheço um intubado que tomou ivermectina, mesmo tendo consumido nos primeiros sintomas. Mas como obeso está em estado crítico. Como já foi dito, "bala de prata não existe". Outra vdd é que "qualquer remédio", até a velha dipirona, "evitará" que 95% das pessoas não cheguem a estado grave. Se cada 1000 tomar cloroquina ou ivermectina, com ctz 950 não complicarão, não pelos remédios, mas pelo curso da doença. As esferas de governo poderiam estar monitorando o uso de medicamentos, participando de pesquisas e aplicando esses remédios em protocolos. Mas é um achismo atrás do outro. Nos grupos do condomínio em que eu moro, cloroquina já virou coisa do passado. A febre da hora é ivermectina, inclusive como profilático, consumindo a cada 15 dias. Como pode isso? O pico da medicação (ivermectina) é após 4 horas de consumo. Em 18h foi eliminada pelas fezes, urina, contendo rastros no sangue por no máximo 72 horas....Mas já estão tratando o remédio como "verdadeira vacina", em razão dos cientistas de watts up. Vejo picaretas dizendo que cloroquina esvaziou UTI na espanha. Pesquisei e não achei isso em lugar nenhum, a não ser nas palavras dos próprios picaretas, alguns até de bom currículo, mas também de muita soberba. O que se sabe é que o vírus seguiu o seu curso na Europa e ponto (Itália, Alemanha, etc). Assim também já ocorreu no Amazonas e daqui a 2 ou 3 semanas ocorrerá por aqui, quando, se Deus quiser, nossas UTIs começarão a se esvaziar, em razão da desaceleração da contaminação da primeira onda viral. Portanto, o melhor mesmo neste momento é não se contaminar, porque a loteria dos 5% às vezes não poupa nem os jovens.
5 comentários