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27 de Dezembro de 2017, 09h:00 - A | A

VARIEDADES / VEJA QUAIS SÃO

Anvisa suspende lotes de café, chá e linguiça com insetos

Os alimentos tiveram a comercialização e a distribuição dos lotes na última terça-feira, 19

CATRACA LIVRE



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, na última semana, lotes de café, chá e linguiça de frango que continham substâncias estranhas e matérias irregulares em suas composições.

Café

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Três produtos da empresa JJ Mattos Ind e Com de Café Ltda. apresentaram pelos semelhantes ao do corpo humano e fibras sintéticas em Laudos de Análise Fiscal, como indica publicação da agência.

Os alimentos tiveram a comercialização e a distribuição dos lotes citados abaixo proibidos pela Anvisa na última terça-feira, 19.

Produto Lote Fabricação - Validade
Café Torrado e Moído - Café Tradicional - Marca Jurerê 0311AGO 11/08/2017-10/08/2019
Café Torrado e Moído - Café Extraforte - Marca Jurêrê 0419JUN 19/06/2017-18/06/2019
Café Torrado e Moído - Café Superior Extraforte - Marca Santa Catarina 0205SET 05/09/2017-04/09/2019

 

Linguiça 

Também no dia 19, o órgão proibiu o lote 1.1 da Linguiça de Frango da marca C. Vale, que continha elementos não característicos da erva salsa e partes indesejáveis da matéria-prima do produto, como vasos e tendões. A empresa C. Vale Cooperativa Agroindustrial deverá remover o estoque existente no mercado. Veja o comunicado aqui.

Chás

Já na última quarta-feira, 20, a agência publicou nota informando a proibição da fabricação, comercialização e distribuição de dois tipos de chás irregulares: todos os lotes do chá de alcachofra e o lote 02917 do chá de camomila da marca Chileno Chás e Ervas, fabricados pela empresa Laboratório Industrial Vida e Saúde Ltda.

O chá de alcachofra foi proibido por conter alcachofra (Cynara scolymus L.) na composição. O vegetal não é autorizado pela legislação de alimentos para o preparo de chás.

Já o produto à base de camomila apresentou presença de insetos vivos e mortos segundo o Laudo de Análise Fiscal Definitivo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen-SC), o que causou a proibição.

 

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