FERNANDA LEITE 09h28
DA REDAÇÃO
O secretário de Trânsito e Transportes Urbanos de Cuiabá, Edivá Alves critica o que chama de "ousadia" do governo Estadual em divulgar obras e implantação do modal de transporte na Capital, que ainda sequer passaram pela aprovação da prefeitura e não têm qualquer processo de licitação em andamento. Edivá critica a divulgação que vem sendo feita em cima do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) sem consultar a administração municipal.
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"Será que o governo por si só, tem a competência de responder por todas as obras? A questão não é só construir e entregar, tem que ser discutido com a prefeitura. O Estado está se comportando de maneira irresponsável, parece até que a prefeitura não existe", criticou o secretário de Transporte de Cuiabá.
Edivá comentou também, sobre as "supostas" obras divulgadas pelo presidente da Agecopa, Eder Moraes. "Até o momento não recebemos nenhum projeto de obras, vi somente licenças ambientais sendo autorizadas. Todas as obras de acessibilidade terão que passar por mim", pontuou.
O governo ainda não anunciou como será o sistema de integração entre os ônibus da Capital e Várzea Grande. Nem o valor dos transportes.
Um coletivo hoje na Capital custa R$ 2.50 podendo integrar com outras linhas. A dúvida que a população cuiabana tem é, será que o modal escolhido aceitará integrar com o ônibus convencional, ou a população terá que desembolsar um valor ainda não publicado?
"O cidadão que se desloca, por exemplo, do bairro Pedra 90 com sentido a Antártica, terá que pegar três coletivos, entre eles o modal que pode não aceitar a integração. A população possivelmente irá desembolsar o valor da tarifa do modal seja ele VLT ou BRT", ataca Edivá.
















