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24 de Setembro de 2026

21 de Maio de 2016, 08h:45 - A | A

POLÍTICA / SEM PREVISÃO

Taques anuncia encontro uma vez por mês para discutir RGA

O governador Pedro Taques (PSDB) voltou a repetir que não tem dinheiro para quitar a Revisão Geral Anual (RGA) de 11,28% em maio.

RepórterMT

Chefes de Poderes e órgãos constitucionais farão reunião na próxima semana

Chefes de Poderes e órgãos constitucionais farão reunião na próxima semana

DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) anunciou na noite desta sexta-feira (20) que o Executivo solicitou uma reunião para a próxima semana com os chefes dos poderes Legislativo e Judiciário, Tribunal de Contas, Ministério Público Estadual e Defensoria Pública para discutir as finanças do Estado. No centro da pauta está o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). 

A reunião com os poderes deve ocorrer entre a próxima segunda e terça-feira (23 e 24.05). Novamente o governo apresentará os números da arrecadação estadual que foi fortemente afetada pela crise nacional. Taques conversou nesta sexta-feira com os presidentes dos órgãos constituídos e da Assembleia Legislativa, só não conseguiu contato com o presidente do Tribunal de Justiça que está em viagem. 

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O governador reforçou a necessidade de diálogo e entendimento entre todos os poderes, visto que todos juntos formam o Estado de Mato Grosso e todos dependem da mesma fonte de arrecadação. Segundo o governador, o pagamento da RGA aos servidores do Executivo teria impacto de R$ 628 milhões ainda neste ano. Com os ganhos já concedidos em leis aos servidores, a folha de 2016 seria impactada em 1,2 bilhão. 

"A equipe econômica fará reunião mensal com os sindicatos para apresentar os números e fazer possíveis propostas"

Diálogo

Segundo o governador, a decisão de não conceder a RGA pode ser alterada ao longo do ano. Para isso, a equipe econômica fará reunião mensal com os sindicatos para apresentar os números e fazer possíveis propostas. 

Lembrando que a atual gestão já fez 102 reuniões com os sindicatos que representam os mais de 100 mil servidores do Estado, o governador avaliou que este não é um momento de greve, mas de diálogo e união de forças para superar esta crise enfrentada pelo país.

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