THIAGO ITACARAMBY
O Partido da República (PR) articula com o governo para recolocar Eder Moraes, em um cargo estratégico. A bola da vez é a Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT). A declaração foi dada hoje (19), no Palácio Paiaguás, pelo presidente regional do partido, Wellington Fagundes.
Apesar de admitir que Eder "fala demais", Fagundes disse que se trata de um quadro (Eder) que tem que ser analisado pelo governo e que o partido já conversou com o ex-secretário da Secopa sobre sua maneira de ser. "Foi sugerido o Eder para a Ager, mas em todo caso, terá que ser sabatinado pela Assembleia primeiro", disse.
Eder Moraes foi exonerado da Secopa, oficialmente na manhã de hoje, com publicação de ato do governador no Diário Oficial do Estado. O ex-homem forte do governo entrou em rota de colisão com o que ele mesmo chamou de "interesses de tubarões que mamam no governo".
Sua queda foi decretada a partir de uma matéria, supostamente plantada por ele no jornal quinzenal, Circuito Mato Grosso, de propriedade do empresário Pérsio Briante. O mesmo que, como empresário do ramo de veículos, denunciou o que seria o maior escândalo do governo Maggi/Silval, o Escândalo dos Maquinários.













INDIGNADA 19/04/2012
PQP viu.,. que governo é esse que o cara nao serve para secopa mas serve para Ager???
Rogério Dias Prudente 19/04/2012
Enquanto o Eder não vai para a AGER (se é que vai mesmo), é fundamental, porque já passou da hora faz tempo, que o Governador nomeie logo os dois diretores (Ouvidor e de Transporte/Rodovia) que já foram sabatinados pela Assembleia. Importante destacar que seja quem for o Presidente da AGER, que assim que chegar lá trata de procurar o Vice-governador e/ou Governador para ajustar o salário da carreira de Analista Regulador da AGER, pois enquanto as demais carreiras do Estado já tiveram aumento de salário, inclusive tem carreira que já teve até 2 aumentos nos últimos anos, os Analistas Reguladores (carreira de Estado) ainda não foram devidamente contemplados com nenhum aumento, o que se configura como uma das maiores injustiças deste atual governo.
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