MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
O prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), que está coordenando a campanha do candidato a governador Pedro Taques (PDT) chamou os candidatos a governador Lúdio Cabral (PT) e o candidato ao senado, Wellington Fagundes (PR), de mentirosos e disse que eles montaram um teatro ao afirmar em cartório, que seus sigilos fiscais e bancários, assim como de suas esposas estariam à disposição da sociedade.
As declarações de Pivetta foram feitas à imprensa, na tarde desta quarta-feira (24), na sede da Receita Federal, quando ele relatou que sua Coligação “Coragem e Atitude para Mudar” enviou uma pessoa para tentar acessar os sigilos fiscais e bancários dos candidatos e descobriram que além de pagar uma taxa de R$ 100 e esperar cinco dias, quem quiser ver as contas de Lúdio ou Wellington precisa de uma procuração dos mesmos.
"São pessoas mentirosas. São pessoas que fazem teatro, armam cenas para comover pessoas menos esclarecidas e conseguem"
“O sigilo não está aberto, vocês podem procurar, percorrer o caminho que nós percorremos e vocês vão ver que vocês não vão conseguir, como ninguém vai conseguir, se não tiver uma procuração específica de qualquer um desses titulares. São pessoas mentirosas. São pessoas que fazem teatro, armam cenas para comover pessoas menos esclarecidas e conseguem. Nós queremos reestabelecer a verdade”, disparou.
Pivetta ainda aproveitou para alfinetar sobre os recursos de campanha que estão financiando a disputa do petista em 2014.
“Nós queremos desafiá-los a mostrar de onde está vindo o dinheiro das campanhas dele, porque campanha está tendo e a gente sabe o quanto custa uma campanha e vir com essa conversinha de que o sigilo está aberto”, frisou.
Polêmico, o coordenador de Taques afirmou que o “currículo” político dos candidatos seria ‘nebuloso’ e criticou os financiamentos das campanhas de Lúdio.
“Que essas criaturas não sejam consideradas bons meninos, como parecem ser. O candidato a senador é um atravessador de emenda parlamentar. O candidato a governador foi financiado em 2012 não se sabe ainda por quem, ele tem que explicar. As contas dele não foram aprovadas. Ainda é nebuloso a origem do dinheiro dele e é um candidato que hoje se apresenta novamente financiado por pessoas muito ligadas e comandando pastas no Estado, comandando atividade pública no Estado”, argumentou.
Pivetta disse que a intenção da Coligação é mostrar a verdade e defende que Taques vem sendo atacado pelo grupo político de Lúdio porque está lançando em Mato Grosso um novo modelo de fazer política, que tem sido apoiado pela sociedade.
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