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Cuiabá, 16 de Junho de 2026
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02 de Setembro de 2014, 15h:09 - A | A

POLÍTICA / TRATOR DE CAMPANHA

Perfil 'bonzinho' de Taques é estratégia para vencer, revela Pagot

De acordo com Pagot, que não se intitula como coordenador e sim como ‘pau para toda obra’, o perfil de ‘bonzinho’ adotado por Taques, nesta campanha, é estratégia do grupo para não desagradar os eleitores e garantir a eleição.

MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO



Apelidado como ‘trator’ durante sua atuação como secretário de Estado, na gestão do ex-governador Blairo Maggi (PR), Luiz Antônio Pagot (PTB), que foi demitido da direção geral do DNIT, em junho de 2011, ao ser acusado de corrupção e voltou à cena da política mato-grossense  apoiando a candidatura de Pedro Taques (PDT), ao governo do Estado, saiu em defesa de seu candidato que tem evitado o confronto com seus adversários.

De acordo com Pagot, que não se intitula como coordenador e sim como ‘pau para toda obra’, o perfil de ‘bonzinho’ adotado por Taques, nesta campanha, é estratégia do grupo para não desagradar os eleitores e garantir a eleição.

“Existe um comitê político com  diversos presidentes de partido, gente com muita experiência politica, em que se discute tudo e ao discutir tudo você obviamente tem também, um posicionamento estratégico do candidato no final da campanha, e isso é estratégia”, declarou.

"Agora ele é candidato a governador. É um candidato global. Então ele tem que ter uma postura"

De acordo com Pagot, na avaliação da coordenação de Taques, a população não quer  ver ataques durante os debates e horário eleitoral e sim propostas, portanto o senador que disputa o governo, teve que trocar sua postura agressiva, por uma face passiva, se moldando ao posto de candidato ao governo do Estado.

“Agora, ele é candidato a governador. É um candidato global. É um candidato que vai representar o estado de Mato Grosso como um todo. Então ele tem que ter uma postura. A população não é afeita à agressividade e muito menos afeita a arroubos de campanha, a factoides”, frisou. 

Rebatendo as atitudes dos adversários políticos de Taques, Pagot ressaltou que com base em sua experiência política, em atuar em campanhas desde vereador a presidente da República, nunca viu vantagem em massacrar um candidato da oposição, pois em sua opinião, a população detesta ‘conversa fiada na hora do debate’ e a notícia de que tenha surgido um dossiê, já que em sua opinião, ninguém mais acredita nisso. 

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