ANA ADÉLIA JÁCOMO / MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
Pedro Taques, do PDT, foi eleito neste domingo (5) governador de Mato Grosso para os próximos quatro anos.
Com 95,24% dos votos válidos apurados por volta das 19:33h, o pedetista detém 796.415 mil votos, o que corresponde a 57,30%, contra 32,48% de Lúdio Cabral (PT).
A apuração dos votos está sendo realizada no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, para onde o novo governador se dirigiu com seus cabos eleitorais comemorar a vitória.
Taques chegou ao local às 19h30, acompanhado do seu vice Carlos Fávaro (PP) e do prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) e fez seu primeiro discurso como chefe do Executivo agradecendo os votos que recebeu.
"A votação representa que o Estado está cansado de promessas feitas e não cumpridas. Meu Governo será transparente e justo para todos. Essa votação mostrou que o povo não concorda com a 'bandalheira', o jogo baixo e os ataques que eu e minha família sofremos. A prioridade agora é melhorar a Saúde, e a partir de amanhã, começo a montar uma equipe de transição", disse o governador.
Com 46 anos, Taques nasceu em 15 de março, em Cuiabá, Mato Grosso. Ele é filho Eda Gonçalves Taques e Alinor Teixeira Taques, que são pequeno agricultor rural e professora aposentada, respectivamente.
Casado com Samira Martins, advogada trabalhista, e pai de Renata, 16 anos.
Formado em direito pela Faculdade de Taubaté (SP). Foi Procurador da República por 15 anos. Em 2010, pediu exoneração do cargo vitalício para ser candidato a senador da República. Foi eleito com 708.440 votos.
Em três anos consecutivos de mandato foi avaliado como um dos melhores senadores do Brasil, teve os projetos avaliados como 100% relevantes pelo Portal Transparência Brasil, esteve à frente de grandes debates como reforma do Código Penal e a Comissão de Segurança Pública do Senado.
Taques pode ser considerado novo na atividade político-partidária de Mato Grosso, mas não na história do Estado.
O cuiabano foi responsável por denunciar diversas autoridades, grandes empresários e ainda políticos envolvidos em organizações criminosas.
Atuando no Estado pelo MPF de 1996 até 2004, Taques participou da investigação que acabou desarticulando uma quadrilha que agia em toda a Amazônia Legal. Mais conhecido como "Caso Sudam”, o escândalo abalou a política brasileira, com a prisão do então presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB).
É também reconhecido por ser o autor da ação que levou o comendador João Arcanjo Ribeiro, líder do crime organizado, para a prisão no ano de 2003.

















vava 06/10/2014
venho impor minha opinião como cidadão,e assim minha revolta com a ineficiência do TRE-MT,Pois no interior de MT,apareceram muitos cabos eleitorais que ofereceram entre r$400 (quatrocentos reais) a r$2,000(dois mil reais) para cidadão não votar, em troca o cabo eleitoral só queria numero d titulo eleitor numero telefone e endereço do cidadão,muitos presidentes de seção,do interior e da capital, entraram nessa jogada,só que quem assinou foi os Expert ,larápios que vive de subornos,e ai favoreceram quem paga mais,muitos políticos d interior, tiveram votos expressivos na capital fora da realidade,com isso prova a ineficiência do TRE-MT, eleições de MT, não foi democrática mais SIM COMPRADA,pelos milionários..
Mariah 05/10/2014
TACA-LHE PAU, PEDRO VÉIO !!!!
JOSÉ ROBERTO 05/10/2014
PARABÉNS PEDRO TAQUES, MEU VOTO NÃO FOI EM VÃO!FAÇA DE NOSSO ESTADO UM LUGAR MAIS DIGNO E RESPONSÁVEL PARA SE VIVER!SUCESSO!LIMPE A CORRUPÇÃO QUE ESTÁ AÍ E MANDE OS CANALHAS QUE USURPAM DO DINHEIRO PÚBLICO PARA CADEIA!
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