FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
O ministro da Agricultura e ex-governador, Blairo Maggi (PP), afirmou que um dos fatores que contribuiu para a complicação da situação foi o aumento do número de servidores nos últimos anos. Se somado, o montante dos servidores que tomaram posse nos governos de Silval Barbosa (PMDB) e Pedro Taques (PSDB), ultrapassa duas mil pessoas.
"Nós tivemos um crescimento da folha de pagamento nos últimos anos. Foram vários fatores que levaram a isso[crise], como reajustes que foram negociados, que estão em lei e não tem como voltar atrás”, disse o ministro.
Para o ministro, que foi governador de Mato Grosso por dois mandatos, essa a dificuldade em manter a economia do Estado em alta, ocorre devido aos reajustes salariais, negociados ainda por Silval, que somados ao aumento de servidores, complicaram a situação.
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“Nesse momento não está muito difícil de se ver. Nós tivemos um crescimento da folha de pagamento nos últimos anos. Foram vários fatores que levaram a isso[crise], como reajustes que foram negociados, que estão em lei e não tem como voltar atrás”, disse o ministro argumentando, que nos últimos ano houve um momento de descompasso de benefícios para um lado, enquanto a economia não cresceu do outro.
À frente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo disse que precisa ainda levar em consideração o fato de todo o país estar vivenciando um momento de crise financeira, fato que atinge os caixas dos Estados e Municípios.
“Ninguém previa que teríamos um ‘baque’ desse na economia, como tivemos. As despesas dos estados são crescentes todos os anos. Os servidores, por exemplo, mudam de patamar, ou seja, eles têm que ganhar mais pelo seu tempo de trabalho”, frisou.
Maggi ainda argumentou que quando os Governos estão na posição de crise o “desconto” acaba sendo feito nos investimentos.
“Com isso, nós vemos problemas na Saúde, na Educação. É uma série de coisas, que não temos como fazer enfrentamento nesse momento”, comentou.















Eloi Wanderley da Silva 14/12/2016
Que piorou e muito a crise em MT, foi um desvio ou melhor desvio não é roubo ( não encontrei no código penal brasileiro a palavra desvio somente encontrei furto e roubo) de 47, 000,000.00 do programa dos maquinários. Advinha quem era o governador?
Evandro 13/12/2016
E só tarifa mais um pouco o agronegócio. E parar de querer arrancar mais das costas do comércio e da pouca indústria que o estado tem. Aí tudo se resolve ministro.
Marcio 12/12/2016
Concedeu aumentos exorbitantes a determinadas carreiras, e, não bastasse, concederam as famigeradas verbas indenizatórias. Por que o governo não estabelece o salário do governador como teto, conforme estabelece a EC 41/2003. Agora, veja o salário de um professor, de um policial militar.
gil costa 12/12/2016
Renúncia fiscal e corrupção. Não tem governo que aguente. Quebra mesmo.
gil costa 12/12/2016
Renúncia fiscal e corrupção. Não tem governo que aguente. Quebra mesmo.
João 12/12/2016
Será que esse tal de Flávio é mais um frustrado, doido pra virar servidor e não consegue?? Tudo aumentou de preço, todos tiveram aumento, e se nós ficássemos quietos, não teria nada de reposição, agora vem um frustrado dizer que estamos errados.... Nós somos culpados, não queremos nada além de nosso por direito
Flavio 12/12/2016
Vá dizer a isso aos servidores quero-meu-rga-e-que-todo-resto-se-lasque
Contribuinte 12/12/2016
O que acabou com o Estado de Mato Grosso e com o Brasil se chama renúncia fiscal!
8 comentários