DA REDAÇÃO
O juiz Luiz Bertolucci negou pedido de indisponibilidade de bens e quebra de sigilo bancário da Global Tech, de seus sócios e de gestores estaduais envolvidos no caso das "Land Rovers". A decisão atingiu o ex-secretário da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo de 2014 (Secopa), Eder Moares, e os ex-diretores da extinta Agecopa, Yênes Jesus de Magalhães e Jefferson Carlos de Castro Ferreira Junior.
Ministério Público Estadual (MPE) fez pediu a nulidade do contrato firmado entre o Governo do Estado, por meio da Agecopa, e a empresa Global Tech, para a aquisição de 10 Conjuntos Móveis Autônomos de Monitoramento. O contrato ficou conhecido como o “Escândalo das Land Rovers”.
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O MPE requereu também a devolução de R$ 2,1 milhões aos cofres públicos estaduais, que foram pagos como “caução”. O magistrado argumenta que não há prova que autorize a indisponibilidade dos bens dos ex-diretores. A quebra de sigilo bancário e fiscal, segundo o juiz, não pode ser concedia em caráter liminar.












