INARA FONSECA 8h45
DA REDAÇÃO
Com 13 dias de polêmica atuação na prefeitura de Cuiabá, o presidente da Câmara Municipal, vereador Júlio Pinheiro (PTB), prefeito em exercício de Cuiabá, entrou em mais uma controvérsia. Agora ele critica duramente o trabalho do presidente da Agecopa, Eder Moraes.
"Eder não ouve ninguém. Só serviu pra instituir a lei da mordaça (referindo se ao decreto no qual Éder Moraes proibiu os diretores da Agecopa de falarem em nome da agência)", afirmou.
Pinheiro também recriminou o governo do Estado por ter escolhido o Veículo Leve sobre Trilho (VLT) como modelo de transporte público para Cuiabá. De acordo com o prefeito interino, o elevado custo para implantação do VLT poderia ser investido em outras áreas, como saneamento básico.
Para implantar o VLT serão gastos R$ 1,1 bilhão. Recentemente, o Ministério dos Transportes notificou a Agecopa sobre VLT. Conforme o Ministério, com a escolha do VLT, Cuiabá perdeu o financiamento de R$ 451 milhões da Caixa Econômica Federal.
A Agecopa contra-argumentou que o Bus Rapid Transit (BRT) não seria a solução mais viável economicamente, pois as desapropriações elevariam o custo do BRT de R$ 500 milhões para aproximadamente R$ 1, 7 bilhões.
Julio Pinheiro desmentiu as informações e afirmou que não houve levantamento técnico. "Inverídico! Eles não têm nada! Nenhum dado", disse exaltado.