NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
Presidente regional do PSD, vice-governador Carlos Fávaro, tem colocado em prática um novo modelo para reestruturar e oxigenar o partido, que era comandado pelo ex-deputado José Riva, apontado como maior ficha suja do país, além de adversário político do grupo que está à frente do governo de Mato Grosso.
"Hoje não tem um cacique que determina quem vai ser, quem fica na regional, quem não fica, quem é pré-candidato, não é assim mais”, afiança o vice-governador.
Conforme Fávaro, o partido passa por um processo de reestruturação. “Hoje não tem um cacique que determina quem vai ser, quem fica na regional, quem não fica, quem é pré-candidato, não é assim mais”, afiança o vice-governador. Ele destaca que é adotado um modelo participativo.
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No entanto, a nova direção herdou a “musculatura” deixada por Riva, já que dezenas de prefeitos e centenas de vereadores continuaram na sigla. “Nós temos uma base muito forte no interior do estado”, diz o vice. Visando à eleição deste ano, o partido tem realizado encontros regionais. Todos contam a presença de Fávaro.
O dirigente crelata que, ao contrário do que era praticado, o partido tem adotado um novo modelo “Então, o que fizemos? Cada região tem um, dois líderes, eles têm autonomia para fazer as articulações para ver qual o melhor caminho e quem convida. E, com certeza, este foi o grande segredo para o crescimento no estado. Não é o Carlos Fávaro, tem líderes ajudando fazer este crescimento”, contextualiza ele.
RepórterMT
Carlos Fávaro tem liderado todos os encontros do PSD.
Fávaro recebeu o
em seu gabinete, dividido entre as funções exigidas pela vice-governadoria e o acúmulo da Secretaria de Meio Ambiente, cargo que ocupa interinamente.
Contudo, o vice-governador afirma que todas as movimentações no campo político partidário estão respaldadas pelo governador Pedro Taques (PSDB). “Em sã consciência, eu não teria feito sem o aval do Pedro”, acrescenta.
PSD em números
Segundo o vice, o PSD conta com 49 prefeitos, 300 vereadores, seis deputados estaduais e um senador.
Fávaro frisou que a nova sede do partido, em Cuiabá, tem “espírito de pertencimento”, ou seja, não será um local apenas com salas divididas para o presidente e outros mais influentes na sigla.















